Enxergar o futuro
É mais do que ter visão
É refletir nas ações do presente
Almejando a vitória sonhada
Entregando o próprio coração
É lutar e vencer obstáculos
Segurar-se nas mãos do Divino
E se algum dia cair...
Levantar sorrindo.
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domingo, 17 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Capa e contra-capa

Comentando o poema “Somos Iguais”:
Sentimental ♥ disse...
eu não acho q seja diferente, todo mundo é igual,
em tudo, tirando pequenos detalhes que fazem alguns
serem mais especiais q outros... e vc é assim, especial...
www.sentimentoemletras.blogspot.com
Comentando o poema “Janelas Fechadas”:
Vivi Lima disse...
Fecham-se as janelas e alguns com isso conseguem
fechar os olhos e o coração... Muito bom seu texto!!!
www.aondeeuestavamesmo.blogspot.com
Delirium disse...
Profundíssimo! Um convite à reflexão do sofrimento coletivo!
As pessoas estão cada vez mais ensimesmadas, esquecendo
o próximo... E a arte é um elemento de redenção, tanto que
o autor consegue criar e rimar a partir de elementos reais e
dolorosos, mas o que mais me impressiona, é o caráter coletivo. www.poesiasdecalliope.blogspot.com
Comentando o poema "A minha vida sem você"
Silvia Cristina 21 disse...
Lindo!!!!Tua sensibilidade me encanta.Parabéns pelo poema.
Comentando o Poema “Baleiro”
Jamile Laiana de Jesus disse:
Eu amei o poema, pois fala das crianças que perdem
sua juventude trabalhando na infância.
laianamili@hotmail.com
Blog de Leandro de Assis
http://www.malungupoeta.blogspot.com
Sentimental ♥ disse...
eu não acho q seja diferente, todo mundo é igual,
em tudo, tirando pequenos detalhes que fazem alguns
serem mais especiais q outros... e vc é assim, especial...
www.sentimentoemletras.blogspot.com
Comentando o poema “Janelas Fechadas”:
Vivi Lima disse...
Fecham-se as janelas e alguns com isso conseguem
fechar os olhos e o coração... Muito bom seu texto!!!
www.aondeeuestavamesmo.blogspot.com
Delirium disse...
Profundíssimo! Um convite à reflexão do sofrimento coletivo!
As pessoas estão cada vez mais ensimesmadas, esquecendo
o próximo... E a arte é um elemento de redenção, tanto que
o autor consegue criar e rimar a partir de elementos reais e
dolorosos, mas o que mais me impressiona, é o caráter coletivo. www.poesiasdecalliope.blogspot.com
Comentando o poema "A minha vida sem você"
Silvia Cristina 21 disse...
Lindo!!!!Tua sensibilidade me encanta.Parabéns pelo poema.
Comentando o Poema “Baleiro”
Jamile Laiana de Jesus disse:
Eu amei o poema, pois fala das crianças que perdem
sua juventude trabalhando na infância.
laianamili@hotmail.com
Blog de Leandro de Assis
http://www.malungupoeta.blogspot.com
Caros leitores, enfim, enviei meu novo livro para editora. A capa é está da imagem, como vocês já sabem, postei ela anteriormente e a contra-capa selecionei as postagens acima.... agradeço a vocês e espero que não se importem rsrs...
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Guerrear pra vencer
Eu vou lutar
Eu vou viver
Vou guerrear
Pra sempre vencer
Um valente a cada dia
A cada dia o seu mal
Vou guerrear pra vencer
O pobre passa todo dia por batalhas
Podes crer, nem precisa ler jornal.
Basta apenas sair de casa
Para ver, o pobre passar mal.
Numa esquina
Um garoto cheira cola
Enquanto a mãe
Pensa que ele está na escola
O que fazer com esses garotos
Que sonham em ser
Quando crescer
Igual a Marcola
Vou falar de Jesus Cristo
Vou falar do Salvador
Grande guerreiro
Inspiração, paz e amor.
Eu vou viver
Vou guerrear
Pra sempre vencer
Um valente a cada dia
A cada dia o seu mal
Vou guerrear pra vencer
O pobre passa todo dia por batalhas
Podes crer, nem precisa ler jornal.
Basta apenas sair de casa
Para ver, o pobre passar mal.
Numa esquina
Um garoto cheira cola
Enquanto a mãe
Pensa que ele está na escola
O que fazer com esses garotos
Que sonham em ser
Quando crescer
Igual a Marcola
Vou falar de Jesus Cristo
Vou falar do Salvador
Grande guerreiro
Inspiração, paz e amor.
sábado, 2 de maio de 2009
TERRA DE ÍNDIO

Coisa boa já foi viver aqui
Quando a terra era de índio
Com muito verde pra curtir
Não havia estradas,
nem mesmo país.
Nossos rios tinham peixes
Nossas árvores davam frutos
Não existiam desmatamentos
Nem vazamentos em oléo-dutos
Hoje, os índios vivem em reservas
E eles lutam para preservá-las
Contra aquele que as invadem
Com intenção de desmatá-las
Mas o índio não dá mole
Ela luta e com razão
Enfrentando o invasor
Seja com armas ou facão
É por isso que hoje em dia
Criou-se o seguinte jargão
"Tal lugar é terra de índio
É melhor não ir lá não".
A quinhentos anos foi mais fácil
Quando o homem branco chegou aqui
Fazendo os índios de escravos
E matando os que tentaram resistir.
Mas hoje é tudo diferente
Pois quem quiser que tente
Invadir a terra de índio
Ele estará te esperando
Todo armado até os dentes
Ainda assim não há lugar
Melhor do que terra de índio
Há muito verde e puro ar
Não é preciso condôminio.
Mas isso não é pra qualquer um
É pra quem sabe preservar
O melhor que se tem a fazer
É deixar os índios lá
Vivendo bem com a natureza
Pois entende que é o seu lar.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Brincando com meus livros

A Moreninha
Verônica decide Morrer
Só Porque Viu o Louco d’Almeida
O Queijo e os Vermes Comer
Junto com eles estavam:
O Alberto Caeiro
O Homem Que Matou Getúlio Vargas
E o Policarpo Quaresma
Viviam todos na Cidade Antiga
Onde não havia Crime ou Castigo
Onde a Propriedade
Era um Roubo
Sabiam se Comunicar com Sucesso
Administrar Conflitos Profissionais
Falar em Público
E até Educar Pessoas Surdas
Conheciam a história
Das Primeiras Civilizações
Da Grécia e de Roma
E da Idade Média
Até mesmo a História
Do Princípio, das Doutrinas
da Bíblia, de Como Deus Fala Através
dos Sonhos e de Lutero
Eles sabiam.
Mas apesar de tudo isso
Não comiam da Miscelânea
da Boa Mesa de Schot,
Livro de receitas da Moreninha
A meu ver,
Ela fez Muito Barulho Por Nada
Pois eles se preparavam
Para as Revoluções Burguesas
Era a Arte da Guerra
Mas para ela,
Era a Gota D"água
Então,Decidiu morrer!
Publicado no meu livro: Eu sou todo poema em junho de 2007
Verônica decide Morrer
Só Porque Viu o Louco d’Almeida
O Queijo e os Vermes Comer
Junto com eles estavam:
O Alberto Caeiro
O Homem Que Matou Getúlio Vargas
E o Policarpo Quaresma
Viviam todos na Cidade Antiga
Onde não havia Crime ou Castigo
Onde a Propriedade
Era um Roubo
Sabiam se Comunicar com Sucesso
Administrar Conflitos Profissionais
Falar em Público
E até Educar Pessoas Surdas
Conheciam a história
Das Primeiras Civilizações
Da Grécia e de Roma
E da Idade Média
Até mesmo a História
Do Princípio, das Doutrinas
da Bíblia, de Como Deus Fala Através
dos Sonhos e de Lutero
Eles sabiam.
Mas apesar de tudo isso
Não comiam da Miscelânea
da Boa Mesa de Schot,
Livro de receitas da Moreninha
A meu ver,
Ela fez Muito Barulho Por Nada
Pois eles se preparavam
Para as Revoluções Burguesas
Era a Arte da Guerra
Mas para ela,
Era a Gota D"água
Então,Decidiu morrer!
Publicado no meu livro: Eu sou todo poema em junho de 2007
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Marquises

No comércio em baixo das marquises
E de prédios de bonita arquitetura
Podemos ver pobres e infelizes
Vivendo na rua da amargura.
Eles vivem a cada dia o seu mal
Não há planos para o dia de amanhã
Dormir com fome já tronou-se normal
E sem saber se haverá café-da-manhã.
Alguém vê uma mulher gravida e comenta
De dentro de um carro ou de uma lotação:
"A desgraçada nem se quer se sustenta
Ainda arruma mais um pra ser ladrão".
Ninguém faz nada pra ajudar
Se matar não fosse crime
Eu não quero nem pensar
Mas não haveria ninguém mais lá
Não é exagero dizer isso
Pergunta a quem vive nas ruas
Se já não houveram vário sumisos?
Há, desculpe-me,
Talvez não tenha coragem,
De conversar com eles.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Meu amor no telefone
Distraído, quando tocou o telefone Ancioso pra saber quem era
No visor vejo a imagem bela
Meu amor, que saudade tenho dela.
Era o segundo dia distante
Desejando entre sonhos e pensamentos
Ver sua imagem, ouvir sua voz por um momento.
Atendi e logo fiquei radiante.
Falar com ela transforma o meu dia
Sua voz doce e suave quando escuto
Se triste, irradia a alegria
Pena que só falamos por minutos.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
A extinção do amor
Gostaría de falar de amor
Mas as circunstâncias não permitem
Todos os dias vemos o horror
Coisas que as emissoras transmitem.
Corpos perfurados muito sangue pelo chão
Tiram nossa sensíbilidade, nos deixam frios
Pedófilos espancados, muitos tiros num ladrão
Almoçamos assistindo e nem sentimos caláfrios.
Passamos dias sem ouvir falar no amor
Ah não ser quando encontramos um cristão
Ele vem ao nosso encontro falando de amor
Ele diz: Jesus te ama, ele quer tua salvação.
E pra aquele que fala de guerra, sangue e violência
Nós damos atenção e não mudamos de canal
Mas para o irmão que fala apenas de amor
Muitos dão as costas e não prestam atenção.
Mas as circunstâncias não permitem
Todos os dias vemos o horror
Coisas que as emissoras transmitem.
Corpos perfurados muito sangue pelo chão
Tiram nossa sensíbilidade, nos deixam frios
Pedófilos espancados, muitos tiros num ladrão
Almoçamos assistindo e nem sentimos caláfrios.
Passamos dias sem ouvir falar no amor
Ah não ser quando encontramos um cristão
Ele vem ao nosso encontro falando de amor
Ele diz: Jesus te ama, ele quer tua salvação.
E pra aquele que fala de guerra, sangue e violência
Nós damos atenção e não mudamos de canal
Mas para o irmão que fala apenas de amor
Muitos dão as costas e não prestam atenção.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Excesso de velocidade
Mais uma vez fomos acionados
Logo, saímos para mais uma ocorrência
Chegando lá, nos debatemos com o estrago
Foi uma batida com violência
Um carro bateu de frente com um ônibus
O cidadão do carro já não tinha vida
Três de nós tiraram ele das ferragens
Eu e Ribeiro atendemos outra vítima
Ela estava dentro do ônibus
Do outro lado da pista
Uma mulher com seus 35 anos
Com uma perna quebrada
como é que não grita?
Obs: Segundo um motociclista, o carro havia passado
por ele com + ou -160 km/h instantes antes da batida.
Se beber não diriga e mesmo sem beber não ultrapasse
os limites de velocidade.
Logo, saímos para mais uma ocorrência
Chegando lá, nos debatemos com o estrago
Foi uma batida com violência
Um carro bateu de frente com um ônibus
O cidadão do carro já não tinha vida
Três de nós tiraram ele das ferragens
Eu e Ribeiro atendemos outra vítima
Ela estava dentro do ônibus
Do outro lado da pista
Uma mulher com seus 35 anos
Com uma perna quebrada
como é que não grita?
Obs: Segundo um motociclista, o carro havia passado
por ele com + ou -160 km/h instantes antes da batida.
Se beber não diriga e mesmo sem beber não ultrapasse
os limites de velocidade.
sábado, 21 de março de 2009
Salvador da Ignorância

Nessa Salvador da ignorância
De ricos que desmatam
De Postos (de) sem Saúde
De Políticos que não discutem
O futuro da nossa cidade.
Os médicos não têm educação
Os pacientes já não têm paciência
Os pobres estão morrendo no chão
Coitados dos que estão na emergência.
Cidade vendida para turistas
Que vem atrás de carnaval
Curtem a festa, mas deixam doenças
Todo mundo sabe, depois de fevereiro
É tempo de viroses e de passar mal
O transporte público é lamentável
Mas só sabe quem necessita usar
E o Secretário que anda de carro
Não é visto na Estação Pirajá!
Este ano o nome dado a virose que assolou
a população da cidade após o carnaval foi Dalila.
Nos "Postos [de] sem Saúde da cidade quem não
está com dengue está com dalila.
Douglas
Lá se foi mais um jovemDesta vez, irmão de um amigo
Que ao meu lado estavas quando
Informaram-lhe o acontecido
Largou as pressas o telefone
Correu pro local do acidente
Chegando lá triste noticia
Seu irmão falecerá anteriormente
No trabalho continuei
Sem saber o que aconteceu
Pois saiu com tanta pressa
Que tempo não se me deu
Mas tarde fiquei sabendo
O que foi que ocorreu
A noticia se espalhou
O irmão do Sergio faleceu
Fiquei muito sentido
Com toda a situação
Havia poucos dias
Que conheci o seu irmão.
Deixo aqui minha homenagem
A este jovem lutador
Que dos amigos e da família
Recebeu muito amor.
Escrito em 2007! Aguardei passar um tempo e pedi autorização
da família para postar e/ou publicar!
Ele faleceu num acidente de moto.
segunda-feira, 9 de março de 2009
Somos Iguais

Na televisão, jogava Brasil x Japão
Nas mesas eu e mais ou menos 60 surdos
De repente, gritos, uivos, pulos de alegria
Era gol do Brasil e os sinais deram lugar a emoção
Até queria assistir o replay do gol
Mas meus olhos olhavam para trás
Para o extase de pessoas como eu
Alí comecei a sentir-me normal
Comecei a assumir para o mundo
Que sou diferente mais sou igual.
Nas mesas eu e mais ou menos 60 surdos
De repente, gritos, uivos, pulos de alegria
Era gol do Brasil e os sinais deram lugar a emoção
Até queria assistir o replay do gol
Mas meus olhos olhavam para trás
Para o extase de pessoas como eu
Alí comecei a sentir-me normal
Comecei a assumir para o mundo
Que sou diferente mais sou igual.
Obs: Tenho perda auditiva moderada
no ouvido esquerdo.
sexta-feira, 6 de março de 2009
Vida de Bombeiro
Estavámos numa tarde tranquilaPensando no que fazer nos três dias de folga
Chegando ao anoitecer do dia
Houveram ocorrências a toda hora.
Incêndios em fábrica, madeireira e vegetação
Acidente de trânsito com preso em ferragens
Quem pela tarde pensava na folga
Na madrugada já sabia o que faría
Ía dormir.
Passamos a madruga acessos
Chegamos no quartel as oito da manhã
Caí na cama, e lá se foi o meu primeiro dia.
Agradeço, afinal: Vidas Alheias,
Riquezas Salvar, com a proteção de Deus!!!!
Fiz da imagem acima uma tatuagem no braço direito.
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