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Uma das maiores satisfações de baixar livros no Kindle é poder desfrutar de um bom e-book à noite sem precisar de uma luminária ou não ter problema com a leitura durante um dia muito ensolarado. Enquanto os modelos básicos mais antigos do Kindle não tinham iluminação embutida, a 10° geração trouxe essa novidade.
Para
quem teme dor de cabeça ao ler no escuro, é bom saber que a luz embutida é
confortável para a vista, diferente de tablets e computadores. Com quatro LEDs
de tecnologia Ink Pearl, a iluminação é jogada de forma direta para o seu
rosto, o que proporciona uma experiência mais agradável de leitura. Para
leituras durante o dia, a tela é antirreflexo.
Praticidade
na hora de baixar livros
A facilidade na hora de baixar os
livros é bem satisfatória. Você pode enviar arquivos direto para o seu Kindle
por meio do e-mail da sua conta (o que dispensa a necessidade de fazer isso por
meio de cabo).
Além
disso, se você quiser converter um PDF ao formato compatível ao dispositivo,
basta escrever a palavra Convert na linha do assunto ao enviar o arquivo para o
e-mail mencionado acima.
Para
que você possa aproveitar ainda mais seu Kindle, a Amazon sempre disponibiliza
ofertas de e-books no site. Se você tiver assinatura do Amazon Prime, terá
livros grátis pelo Prime Reading.
Bateria
e armazenamento
Ao
contrário de ler no tablet ou no celular, a bateria do e-reader dura por
semanas e não apenas horas. A marca promete a duração da bateria por até 6
semanas, caso você leia por meia hora todos os dias. Isso acontece porque as
atividades do dispositivo não exigem muito da bateria. Com relação ao
armazenamento, você não tem as limitações de uma biblioteca física. O modelo
oferece 4GB, para você poder baixar livros à vontade sem se preocupar com o
espaço. Mas se quiser liberar memória, o Kindle agora tem a função de deletar os
arquivos no próprio aparelho.
Experiência
de leitura
Como
nos outros modelos do Kindle, o aparelho tem conexão WiFi, o que garante a você
a sincronização entre o seu e-reader e o smartphone. É possível consultar
o dicionário, traduzir palavras e pesquisar trechos por meio de toques mais
longos. Você também pode alterar o tamanho das letras, aumentar o contraste ou
até mudar de fonte. Além disso, o Kindle tem suporte para diversos formatos de
livros online e áudio do Audible, o que o torna um produto bastante versátil.
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Gratuito até 25/07
História Geral do Brasil é um balanço moderno, atual e renovador do conjunto da História do Brasil, com a participação de historiadores consagrados por suas pesquisas e livros sobre os diversos períodos da nossa história e de grandes universidades brasileiras – UFRJ, UFF, UERJ, UPE e UnB. Em linguagem simples, direta e rigorosa o livro percorre a história do país desde a colonização até os nossos dias, com ênfase nas características gerais da colonização, na formação dos grupos sociais brasileiros, no Império e suas grandes particularidades, incluindo a escravidão e sua superação. Analisamos também a criação da República e a ampliação da participação política no Brasil, suas crises, transformações, e seus sucessos, com a emergência da classe operária, da urbanização e da industrialização. Na 10a edição do livro apresentamos novas abordagens da República no Brasil, em especial do fim do Regime Civil-Militar de 1964-1985, o papel do Congresso Constituinte, as mudanças e continuidades entre as instituições republicanas antes e depois de 1985, momento da mudança do regime autoritário para uma democracia no Brasil. Nesse novo capítulo, abordamos a criação da “Nova República” e suas crises, o papel dos partidos políticos e dos grandes programas sociais e econômicos que fizeram do Brasil – de uma grande nação agrária e atrasada – uma das maiores economias do mundo. Analisamos, ainda, o papel do país, e sua postura nas relações internacionais, sua integração na Globalização e a busca de um papel de grande player no mundo de hoje. Por fim, tratamos, de forma original e inédita, o papel dos esportes, em especial do futebol, na sociedade brasileira e o impacto dos megaeventos na sociedade brasileira, inclusive a explosão das chamadas Jornadas de Junho (de 2013) e a emergência de uma grave crise social e política ao fim da “Era Lula”. Trata-se de um livro para os semestres iniciais de História, Geografia, Ciências Sociais, Comunicação Social, Serviço Social, Relações Internacionais e Defesa, além de apresentar uma visão geral para o Ensino Médio e o grande público.
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Nas primeiras décadas do século XXI, temas como democracia, cidadania e República surgem, em diferentes interpretações, como dilema e desafio que a sociedade brasileira enfrenta no cotidiano. Partilhando dessas preocupações, planejamos e organizamos a coleção O Brasil Republicano, em cinco volumes: O tempo do liberalismo oligárquico (edição revista), O tempo do nacional-estatismo (edição revista), O tempo da experiência democrática (edição revista), O tempo do regime autoritário (edição revista) e O tempo da Nova República (volume inédito). Este quarto volume da coleção O Brasil Republicano trata da Quarta República. Como uma forma de melhor contar a história e trazer relatos com diferentes pontos de vista, a edição conta um pouco mais sobre a era ditatorial no país e seus efeitos na sociedade da época. Os militares, ao lado de seus aliados civis, tomaram o poder em março de 1964 e implantaram uma ditadura que durou 21 anos. Para isso, o regime recorreu à violência, à censura e à espionagem. Apesar de muitos terem obtido condições de vida mais prósperas com o “milagre econômico”, tantos outros se tornaram ainda mais probres e tiveram sua realidade ainda mais dificultada. Ainda no governo dos generais tiveram-se opositores, como exemplo de políticos, religiosos, estudantes, artistas e intelectuais. No entanto, foi a juventudade da época que, no desejo de implantar o socialismo no Brasil, pegaram em armas e combateram a ditadura. A transição de volta à democracia, assim como a própria duração do governo militar, foi longa demais. Ao fim, operários entraram em cena, logo seguidos por trabalhadores rurais. E o Brasil descobriu as vantagens de também ser latino-americano. A magnitude do livro não se encontra apenas pelo tema e a lembrança de tempos passados, mas pela capacidade de revelar situações e momentos ocorridos ao longo dos anos de repressão militar. Para o fãs de política, história e literatura, este volume promete ser um fiel colaborador em suas noções e conhecimentos sobre a política nacional em outros tempos. Reúne textos de: Carla Simone Rodeghero, Carlos Fico, Denise Rollemberg, Fábio Sá Earp, Francisco Carlos Teixeira da Silva, Leonilde Servolo de Medeiros, Luiz Carlos Delorme Prado, Marcelo Ridenti, Marco Aurélio Santana, Maria Celina D’Araújo, Mariana Joffily, Paulo Roberto de Almeida.
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Escravidão, exploração colonial, choque de culturas, pau-brasil, cana-de-açúcar, minas de ouro, bandeirantes, jesuítas... São muitos os temas associados ao Brasil no período colonial. Todos eles estão presentes neste livro, pequeno apenas em extensão, uma vez que é rico em informações e interpretações. A historiadora Laima Mesgravis, da USP, consegue a proeza de ser sucinta e abrangente, utilizando como base textos de cronistas, religiosos e autoridades da época, além de trabalhos históricos produzidos nos séculos XX e XXI. O leitor atento ficará surpreso ao encontrar, já na Colônia, traços da diversidade do povo brasileiro, assim como a base de nosso sistema hierárquico. É no passado colonial que podemos encontrar os melhores e piores traços da nossa cultura. Obra destinada a professores e estudantes da área, assim como a todos que se interessam pelas nossas raízes profundas.
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Formação do Brasil contemporâneo é dos textos mais influentes sobre as relações entre nação e colônia no processo histórico que originou o Brasil. E é a ele, sobretudo, que Caio Prado Jr. deve seu lugar como grande intérprete do país. Marxista e militante ligado ao Partido Comunista Brasileiro (PCB), o autor não via, porém, o materialismo histórico como um conjunto de fórmulas a serem aplicadas, sem mediações históricas e analíticas, a qualquer realidade. Isso o levou, aguçado por uma grande sensibilidade em relação ao Brasil, desenvolvida também nas muitas viagens que fez pelo país e pelo gosto em fotografá-lo, a promover uma verdadeira “nacionalização do marxismo”. Publicado em 1942, Formação do Brasil contemporâneo é um clássico do pensamento social e da historiografia brasileira que vem mobilizando estudiosos e atores políticos, seja para aceitar suas teses, problematizá-las ou mesmo rejeitá-las. Como poucos, o livro conseguiu formar nossa visão das origens coloniais do Brasil e do seu legado à nação. Divergindo daqueles que entendiam o período colonial em termos equivalentes ao feudalismo na Europa, Caio Prado Jr. o situa no processo de expansão ultramarina europeia resultante do capitalismo mercantil. Explicação tão bem-sucedida que dificilmente alguém acreditaria hoje num passado feudal brasileiro. Mas este livro é um clássico também pelo que nos permite entender de certos desafios tenazes, ainda hoje abertos à sociedade. Sua tese fundamental é a de “sentido da colonização”, que expressa a reiteração, mesmo após a nossa independência política, do papel do Brasil como fornecedor de produtos primários demandados pelo mercado externo. Apesar das mudanças em curso desde então, e das novas configurações da cada vez mais complexa dialética entre centro e periferia, talvez bastasse constatar a importância no Brasil de hoje das commodities agrícolas e minerais para sugerir a atualidade da análise central do livro.
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No século XIX deixamos de ser colônia de Portugal, mas seguimos sendo governados por monarcas. E o que aconteceu durante o Brasil Império? A professora da Universidade de São Paulo Miriam Dolhnikoff mostra como o Brasil forjou, naquele período, muito de sua identidade que ainda hoje permanece. Pois o país foi uma construção que resultou de disputas entre projetos e interesses diversos que se deram ao longo do século XIX. Proclamada em 1822, a independência marca o início de um longo processo: o da transformação da América portuguesa em uma nação, a construção política e social do Brasil. Continuidades, rupturas, mudanças parciais e outras mais profundas marcam a história da nação que começou a ser construída no início do século XIX.
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Uma das maiores satisfações de baixar livros no Kindle é poder desfrutar de um bom e-book à noite sem precisar de uma luminária ou não ter problema com a leitura durante um dia muito ensolarado. Enquanto os modelos básicos mais antigos do Kindle não tinham iluminação embutida, a 10° geração trouxe essa novidade.
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Reprodução: AmazonFonte: Amazon
Ao contrário de ler no tablet ou no celular, a bateria do e-reader dura por semanas e não apenas horas. A marca promete a duração da bateria por até 6 semanas, caso você leia por meia hora todos os dias. Isso acontece porque as atividades do dispositivo não exigem muito da bateria.
Com relação ao armazenamento, você não tem as limitações de uma biblioteca física. O modelo oferece 4GB, para você poder baixar livros à vontade sem se preocupar com o espaço. Mas se quiser liberar memória, o Kindle agora tem a função de deletar o arquivos no próprio aparelho.
Como nos outros modelos do Kindle, o aparelho tem conexão WiFi, o que garante a você a sincronização entre o seu e-reader e o smartphone. É possível consultar o dicionário, traduzir palavras e pesquisar trechos por meio de toques mais longos. Você também pode alterar o tamanho das letras, aumentar o contraste ou até mudar de fonte. Além disso, o Kindle tem suporte para diversos formatos de livros online e áudio do Audible, o que o torna um produto bastante versátil.
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REBELIÃO ESCRAVA NO BRASIL
Um retrato original da Bahia no século XIX, num livro cheio de movimento e vozes, sobretudo da gente negra.
Este livro traz à tona a recente discussão sobre quem tem direito as cotas nas universidades públicas e outros concursos públicos no Brasil, se apenas negros que apresentam o fenótipo ou se também autodeclarados. Para responder a tal questão foi necessário um passeio pela história da população negra do país elencando o tratamento desigual por parte do Estado e também da sociedade, começando pelo Brasil Colônia abordando as concessões de terras feitas pela Coroa Portuguesa aos primeiros colonizadores também conhecidos como Capitães Donatários e posteriormente o tratamento vantajoso da República com os imigrantes europeus em comparação ao tratamento dispensado à população afrodescendente recém-saída, pelo menos de forma oficial (Lei Aurea), da escravidão. Além do tratamento desigual no que tange a liberdade, ao trabalho e às concessões que foram feitas a população branca deste país, não poderia ficar de fora o sistema educacional brasileiro e a ausência de negros nas escolas oficiais que eram proibidas para os escravos, já que estes não eram considerados cidadãos brasileiros, portanto não tinha direito a educação.
Ele é vendido em dias versões:
Impressa: Através do site Clube de Autores
https://clubedeautores.com.br/livro/o-negro-no-brasil
E-book versão Kindle: Através da Amazon
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Engenheiros do Hawaii
Infinita Highway: Uma Carona com os Engenheiros do Hawaii
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Contrapontos: uma biografia de Augusto Licks
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Legião Urbana
Renato Russo - O filho da revolução: Edição revista e ampliada
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A mais completa biografia do vocalista da Legião Urbana ganha nova edição A mais completa biografia do vocalista da Legião Urbana ganha edição revista, atualizada e ampliada pelo autor. Escrita a partir de mais de cem entrevistas e de pesquisas realizadas ao longo de nove anos, Renato Russo: o filho da revolução narra, de forma fluente e minuciosa, a transformação do adolescente Renato Manfredini Júnior no maior ídolo do rock brasileiro. A vivência intensa em Brasília sob a ditadura militar nos anos 1970 e 1980 é reconstituída em detalhes neste best-seller lançado em 2009, presença constante na lista dos mais vendidos de não ficção daquele ano. Manuscritos com os planos ambiciosos do iniciante Renato e os rascunhos de sucessos como Faroeste Caboclo, Tempo perdido e Eduardo & Mônica também são reproduzidos com exclusividade, bem como as letras vetadas pela Censura Federal. Além dos depoimentos de integrantes da Legião Urbana, do Capital Inicial, da Plebe Rude, d’Os Paralamas do Sucesso, dos Titãs e de outras bandas da era de ouro do rock nacional, a nova edição inclui capítulo inédito elaborado a partir de entrevistas com amigos e colegas, como Marisa Monte e outros músicos que trabalharam e conviveram com Renato Russo no período final de sua vida, encerrada prematuramente aos 36 anos, em 11 de outubro de 1996. Lembranças e histórias de Renato Russo, o ídolo que, por meio de versos líricos e incisivos, fez sua música atravessar gerações para fascinar – e emocionar – os fãs de todas as idades.
Barão Vermelho
Barão Vermelho: Por Que A Gente É Assim
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Praça Del Vecchio, Rio de Janeiro. Um...Dois...Três...Quatro! A contagem de Guto Goffi na bateria foi o sinal. Entraram os acordes do baixo de Dé, da guitarra de Frejat e dos teclados de Maurício Barros. Em seguida, veio a voz de Cazuza com Billy the Kid, que viria a ser o primeiro grande sucesso do Barão Vermelho na versão Billy Negão. O ano era 1981, e naquela tarde surgia uma das maiores bandas de rock do Brasil, formada por cinco garotos que mal se conheciam.Essa e outras histórias, contadas por pessoas que fizeram parte da trajetória da banda, estão no livro “Barão Vermelho – Por que a gente é assim”. O livro vem acompanhado de um CD com gravações inéditas, com letras originais do início da carreira. O encarte é escrito por Frejat. Além de Guto Goffi, assina o livro o produtor Ezequiel Neves, um dos grandes personagens do rock brasileiro, que desde o início é amigo e apoiador dos rapazes do Barão. O terceiro autor, o jornalista Rodrigo Pinto – editor de cultura do Globo Online – foi o responsável pela ampla pesquisa que dá sustentação à obra e pela redação final. E o resultado, claro, não podia ser diferente: o livro é a imagem da banda. Ágil, divertido, contestador – com a cara da juventude que provocou um terremoto naquele país “careta” do final da ditadura militar. O leitor vai ter contato com o dia-a-dia dos barões sem retoques: as festas, os envolvimentos amorosos de Cazuza, o consumo de drogas que renderam uma prisão numa turnê em São Paulo.Os sucessos musicais vieram em cascata, com um empurrãozinho de Caetano Veloso, que reconheceu o talento do grupo e cantou Todo o amor que houver nessa vida para uma platéia maravilhada no Canecão. Mas não foi só Caetano a se entusiasmar.
Nenhum de Nós
Nenhum de nós: A obra inteira de uma vida
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Chorão - Charlie Brown
Se não eu, quem vai fazer você feliz?: Minha história de amor com Chorão
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Um dos maiores ícones do rock nacional, Alexandre Magno Abrão, o Chorão, conquistou o Brasil sobretudo pela sua entrega na hora de compor e cantar. Essa mesma intensidade marcou a história de amor ímpar vivida com Graziela Gonçalves, que conta neste livro como o relacionamento de quase vinte anos dos dois a transformou para sempre.
Tim Maia
Vale Tudo: O som e a fúria de Tim Maia
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Elis Regina
Elis: Uma biografia musical
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