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segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Desmontando Farsa Bolsonarista

 

     Para desmontar a farsa, é preciso voltar até 8 de abril, quando o ministro Alexandre de Morais atendeu a um pedido através de ação da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB, que solicitava a proibição das interferências pessoais do presidente Jair Bolsonaro nas decisões dos governadores, prefeitos e do próprio Ministério de Saúde (que até então tinha um ministro da saúde que tentava seguir as recomendações da Organização Mundial de Saúde), que os militantes bolsonaristas vem propagando uma fakenews dizendo que o governo federal pois foi proibido de agir para combater a COVID-19 e por isso, não tem responsabilidade com as mortes.

    É preciso também, voltar um pouquinho mais e lembrar que o Congresso Nacional aprovou o pedido de reconhecimento de calamidade pública, autorizando o governo federal a aumentar os gastos acima dos limites das metas fiscais previstas na Lei de Responsabilidade Fiscal, dando ao governo a possibilidade de garantir a saúde, o emprego e renda da população.

    Logo após este fato, a própria OAB solicitou ao STF através de Petição, que o governo federal apresentasse as medidas que haviam sido adotadas e também que promovesse benefícios emergenciais para desempregados, trabalhadores autônomos e informais e que respeitasse as decisões da área técnica do Ministério da Saúde do próprio governo, haja vista, o presidente fazia lives e pronunciamentos afirmando “voltem a normalidade”, enquanto OMS e o seu próprio Ministro da Saúde rezava pelo isolamento social. (Petição da OAB https://static.poder360.com.br/2020/04/pedidodaoab_ADPF-672.pdf.pdf

    No dia 08 de abril, quando o Ministro decidiu sobre o tema, proibiu o presidente Bolsonaro de ‘interferir na área técnica do Ministério da Saúde e interferir nas decisões dos governadores e prefeitos que seguiam as recomendações desta área técnica do governo e também da Organização Mundial da Saúde’. Porém em momento algum, o governo federal foi impedido de atuar no combate ao coronavirus, foi proibido de interferir nas decisões de sua área técnica e, deveria sim, continuar trabalhando para garantir a saúde, o emprego e a renda da população.

    Diante deste fato, o presidente teria que respeitar as recomendações técnicas do seu Ministério da Saúde, então buscou mudar essas recomendações demitindo o médico Henrique Mandetta da pasta no dia 16 de abril e nomeando outro médico Nelson Teich em seu lugar. Porém, ao analisar a situação da pandemia em nosso país, o novo ministro que na primeira semana tentou conciliar as medidas com as vontades do presidente, teve que também recomendar o isolamento social como medida de prevenção e combate a pandemia.

Vejamos o que afirmava o Ministro Nelson Teich e seu assessor especial àquela época:

 “Temos uma diretriz pronta, um ponto de partida, mas não dá para você começar uma liberação (social) quando você tem uma curva em franca ascendência.” (Nelson Teich, Ex- Ministro da Saúde, 30 de abril de 2020)

“Qual a avaliação do ministério? Se nós estamos diante de uma doença onde não há, ainda, um tratamento específico, onde não há prevenção, não há vacina, resta o quê? O isolamento social” (Denizar Viana, secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde)

Denizar era responsável pelos estudos sobre a eficácia da Cloroquina e logo após essa declaração foi exonerado do cargo, o presidente recomendava o uso do medicamento como tratamento específico e se continuasse a defender contrariando a área técnica, iria desrespeitar a ordem do STF. A solução foi exonerar o médico do cargo que ocupava, porém o ministro Teich, que era seu amigo, o nomeou seu assessor especial desfazendo a injustiça.

Mas não parou por aí, o presidente passou a forçar a saída do Ministro Teich, pois queria fazer recomendações contrárias ao que o médico recomendava no Ministério, quais eram:

Teich: Isolamento Social   x Bolsonaro: Voltem a normalidade

Teich: Cloroquina somente  último caso  x    Bolsonaro: Queria mudança no protocolo

Teich: Manteve lista de serviços essenciais x Bolsonaro: Queria reabrir academias, barbearias e salões de beleza

Como Bolsonaro não poderia contrariar a área técnica do governo para não ferir decisão do STF, ele forçou o pedido de demissão do Ministro Nelson Teich e para não ter mais problemas e correr o risco de ferir a decisão de área técnica, o país está até o dia de hoje sem médico no comando do Ministério da Saúde, tendo um general do exército como ministro interino e que teve como primeira medida mudar o protocolo referente ao uso da cloroquina para ficar de acordo com o gosto do presidente, assim ele conseguiu o que queria sem ferir a decisão do STF.

Então, por qual motivo os bolsonaristas propagam, agora com mais força, a fakenews desinformando a população, ao afirmar que o governo federal está proibido de atuar no combate ao coronavirus? Pelo simples fato de que, após seis meses de pandemia, mesmo com a autorização para gastar acima dos limites da lei de responsabilidade fiscal, o governo não investiu nem 30% dos recursos disponíveis para o combate a COVID-19. Até o dia 3 de julho, o governo havia investido 11,5 bilhões dos 39,3 bilhões que o próprio governo afirmou ter liberado para o combate.

O próprio ato de liberar recurso, já prova que o governo não está impedido de atuar no combate a pandemia, como afirmam os militantes bolsonaristas, mas foi preciso criar esta fantasia para justificar a não utilização dos recursos diante do assustador crescimento do número de mortos pela doença. Então, para livrar o presidente da responsabilização social, a fakenews propagada visa desviar o foco para governadores e prefeitos que seguiram as recomendações dos médicos e ex-ministros da saúde Teich e Mandetta e também da Organização Mundial da Saúde. Tentando assim, limpar a imagem, não do único, mas o principal responsável pela desordem e caos no país, o presidente Jair Messias Bolsonaro!


#saúde #bolsonaro #ministériodasaúde #pandemia #coronavirus #mortes #covid19 #oms

quinta-feira, 21 de maio de 2020

NÃO CONFUNDA CIDADANIA COM ISENÇÃO!



Não existe isenção, ninguém é isento ao fazer comentários políticos. Mas ultimamente tentam atribuir àqueles que não apoiam Bolsonaro, mas também não apoiam Lula uma isenção inesistente para poder criticar aquele que produziu o comentário. Como se aquela pessoa se escondesse atrás desta suposta isenção para criticar alguém sem ser criticado ou para esconder sua verdadeira posição que seria, segundo eles, a dos próprios Lula ou Bolsonaro.

O que existe de fato é cidadãos conscientes de sua cidadania e que não abrem mão de exercê-la em nome de A ou de B. Durante os anos do governo do PT, nós vimos muitos erros comentidos pela lideraqnça do partido, entre eles corrupção e acobertamento de corruptos. Em todos esses erros, a maioria dos simpatizantes abriram mão de exercer sua cidadania. Amenizaram uma frase ou atitude, negaram crimes cometidos, chegaram a dizer que o Mensalão não existiu e quando não tinha como negar diziam, FHC também fez ou não começou com o PT.
Agora estamos vendo os bolsonaristas com essas mesmas atitudes em relação ao governo Bolsonaro, que usa a máquina pública para proteger a família de investigações de corrupção e até mesmo se esquivar da investigação da morte da vereadora Marielle e do seu motorista Anderson. Amenizam até mesmo o fato do desgoverno Bolsonaro diante de uma Pandemia e a atual demissão de dois ministros da saúde e o fato de não termos nenhum ministro da saúde no momento.
O brasileiro não deveria abrir mão de sua cidadania após o voto, o primeiro a cobrar, a questionar, a fiscalizar um político deveria ser o seu próprio eleitor. Mas o que acontece é o inverso, o eleitor tem assinado um cheque em branco para aquele que recebeu seu voto, pois ele se sente governo junto com o político, então quando vê alguém criticar o ato do político ele corre para defender como se a crítica tivesse sido feita à ele mesmo. Normalmente essa defesa vem junto com um ataque ao político que recebeu o voto do criticante e quando este não idolatra um político, usa-se o termo isentão e faz-se uma cobraça para que assuma um lado para ser criticado.
Ninguém tem que assumir o lado de Bolsonaro ou de Lula, nem mesmo os eleitores dos mesmos, estes eleitores deveriam se colocar no lugar de povo e cobrar destes entes políticos posturas coerentes, carater, probidade e transparência, deveriam deixar de se sentirem ofendidos com as críticas realizadas pelo povo a governos e entes políticos, o povo tem que fiscalizar o seu executivo e legislativo, não se pode dizer amém para tudo e muito menos se calar diante arbitrariedades. Você votou, ótimo, agora exerça sua cidania de forma plena, você é povo porra e o seu lado é cobrar de todos que exercem função no legislativo e no executivo, mesmo daqueles que você votou.
Nas eleições é que se faz campanha para o que se julga o menos pior, passada as eleições tem que ser nós, o povo, fiscalizando eles, os políticos, esta é a nossa posição, este tem que ser o nosso lado, isso não é isenção, isso se chama cidadania.

terça-feira, 28 de abril de 2020

Trump, Bolsonaro e a estratégia da estupidez

Na maratona Netflix de ontem assisti o documentário “Trump: Um sonho americano”. O documentário nos mostra a trajetória de Donald Trump desde o seu primeiro empreendimento até finalmente concorrer à presidência dos EUA, em quatro episódios de 1 hora. Tentarei não dar Spoiler, mas é importante dizer que a série começa com uma Nova York devastada, violenta e em crise, cenário ideal para alguém que sabia aproveitar esses momentos “em tempos de crise, eu consigo o que eu quiser”.


O que mais me surpreendeu na série foi que Trump não é um surgimento ao acaso na política norte americana, como foi propagado quando ele surgiu como candidato, ele foi uma construção dele mesmo, um projeto megalomaníaco de poder que para ser conquistado só havia um meio, “para se ter um vencedor tem que ter um derrotado”. A série mostra que ao longo de sua trajetória Trump deixou inúmeras vítimas, empresários, políticos, trabalhadores e todo o povo de Nova York.

Trump sabia o que queria, mas não sabia como conseguir, até que em 1999 Jessé Ventura, um ator (‘O Predador’ e ‘O Sobrevivente’ ambos de 1987) e apresentador de televisão, mais conhecido por ser wrestler no WWF, conquistou vitória nas urnas e foi eleito governador do estado de Minessota. Ventura conquistou o eleitorado criando polêmicas com a imprensa, falando baboseiras, criando confusões e proferindo um discurso antissistema ou, seguindo a moda vocabular para parecer intelectual, anti-establishment.
Trump bebeu dessa fonte e conseguiu o seu maior sonho, venceu as eleições em sua primeira disputa. Bolsonaro, que para os intelectuais brasileiros parecia um burro, na verdade foi inteligente, afinal de contas parecer ser ainda mais burro, grosseiro e sem empatia é o que lhe daria popularidade e votos. Trump, por exemplo, imitou em plena campanha eleitoral um repórter com necessidades especiais, além de ter abandonado várias entrevistas se queixando das perguntas que lhe eram feitas, tudo em nome de obter uma maior popularidade, principalmente com pessoas que eram como ele, estúpidas.
Infelizmente todos temos culpa da eleição do Bolsonaro, por não sabermos como agir diante de tantos absurdos e incoerências, demos palco ao palhaço, achando que estávamos ridicularizando-o, quando na verdade estávamos fortalecendo sua campanha rumo a presidência de nosso país dando palco para aquele que, para nós representava o medo e a ignorância, mas para 57 milhões de eleitores representava o hilário, que não tinha medo de enfrentar políticos, repórteres, instituições democráticas e vez por outra flertava com a ditadura militar. Precisamos aprender como derrotá-lo sem dar mais voz e protagonismo nas eleições de 2022.  (FOTO: ALAN SANTOS/PR)

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Publicado no Jornal A Tarde em 16 de Janeiro 2011, pág. A2

A política do asfalto já começou!

      Mais uma vez, em ano eleitoral as ruas dos bairros pobres da nossa cidade começam a ser remendadas com uma camada fina de asfalto para receber o então pré-candidato a vereador, que pretende angariar os votos dos moradores destes bairros. Só para citar um exemplo, a Rua Batista Machado, conhecida como Mabaço de Baixo que fica no bairro de Plataforma, recebeu remendos nesta semana, mas somente um pequeno trecho da rua.

      A compra de votos através de asfalto e outros materiais de construção é comum em nossa cidade, tem pré-candidato inclusive dono desse tipo de comércio, o que facilita ainda mais a “troca de favores” com as comunidades carentes. Dificilmente, uma comunidade carente de saneamento básico e infra-estrutura que recebe benefícios de um pré-candidato ou candidato irá denunciá-lo caso haja compra de votos. Afinal de contas, muitos acreditam que é a única oportunidade que tem de receberem alguma coisa.

     Enquanto isso, questões importantes, além de infra-estrutura, como acessibilidade e segurança nem são discutidas nos comícios (chamados de reuniões antes do período eleitoral) de agradecimento pelo asfalto com faixa financiada pelo próprio pré-candidato agradecendo-o pelo feito. Porque será que a Rua Almeida Brandão também pertencente ao bairro de Plataforma nunca recebeu asfalto dos pré-candidatos a vereador eleição após eleição? Será devido à pequena quantidade de eleitores, já que do outro lado é a ferrovia?

     Em alguns casos, como em Pernambués, a Assossiação de Moradores atua de forma ativa conseguindo melhorias para o bairro independente de período eleitoral e com isso não há estranhamento para a comunidade quando em ano de eleições novas melhorias são conquistadas para o bairro por nomes já conhecidos pela luta e pela história. Porém quando alguém aparece da noite para o dia asfaltando as ruas de uma comunidade na qual ele não pertence, nem freqüenta, ai tem coisa! Vamos torcer para que o Ministério Público e o TRE (Tribunal Regional Eleitoral) estejam de olho. 

domingo, 10 de outubro de 2010

Drª. Malú Fontes: O que as religiões tem a ver com o código de leis de um país?

Malu Fontes, jornalista, doutora em comunicação e cultura e professora da UFBA não sabe o que o que as religiões têm a ver com o código de leis de um país e por não saber exerce o que ela mesma critica o radicalismo, ao afirmar que os eleitores de Marina Silva são religiosos mais dados ao radicalismo na página 9, da Revista da TV/Jornal A Tarde de hoje (10/10/2010).

Assim como o jornalista Samuel Celestino ela acha que lugar de evangélico é dentro dos salões das igrejas fazendo suas orações sem envolver-se com a política brasileira, ou seja, estão com saudades da época em que pastores diziam que a política é do diabo. Felizmente nos dias atuais, a situação é diferente e nas últimas eleições o crescimento da bancada evangélica no Congresso Nacional foi de 50%.

Estamos espalhados em vários partidos e juntos somos maiores que pequenas legendas que existem nesse país e vamos sim fazer política, pois não somos mais alienados como a senhora Malu Fontes gostaria que fossemos. Caso a jornalista não saiba existem projetos de leis que interferem em nossa fé e prática religiosa e como é que vamos nos opor a estes projetos trancafiados em nossos salões?

Exemplo:

O PLC 122/2006, se convertido em lei, conforme compromisso do presidente, acarretará uma perseguição religiosa sem precedentes em nosso país. Vejamos:

  • A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno (“manifestação de afetividade”) por homossexuais (art. 7°).

Ou seja, caso aconteça num pátio de uma escola evangélica um ato de dois alunos do mesmo sexo se beijarem o professor, o diretor ou qualquer outro funcionário devem ficar de mãos atadas apenas observando ou serão punidos de 2 a 5 anos de reclusão.

Se um pai ou mãe encontrar o filho se beijando com outro do mesmo sexo na rua e ousar proibir ou impedir a continuidade do ato, será preso também. Sendo que sabemos que vários pais e mães proíbem filhas de namorarem com tal rapaz e não é crime, mas se proibirem de namorar outra menina será crime.

  • Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças após descobrir que ela é lésbica (art. 4°).

Imagina para um evangélico ter uma babá lésbica em casa enquanto ele está no trabalho e ao passar cenas de pessoas do mesmo sexo se beijando na TV a babá ensina para seu filho que aquilo é normal e dizer que a bíblia é errônea ao afirmar que a prática homossexual é pecado? Que dizer que o pai n ao poderá demitir essa babá senão ficará recluso de 2 a 5 anos de prisão.

  • A conduta de um sacerdote que, em uma homilia, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrada no artigo 8°, (“ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica”).

A Bíblia diz que os efeminados não herdarão o reino de Deus, a Bíblia condena claramente a pratica homossexual e se essa lei for aprovada o sacerdote será proibido de pregar a Palavra de Deus, vários pastores serão presos apenas por praticar a sua fé dizendo que Deus condena tais atos.

  • A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual está prevista para 3 a 5 anos de reclusão (art. 5°)

Para entrar num Seminário Batista, por exemplo, a igreja envia uma carta ao Seminário atestando a pessoa faz parte do rol de membros da igreja, que freqüenta regularmente aos cultos e que não tem problemas em relação a pratica da fé. Com certeza um homossexual não será recomendado pela igreja para fazer parte do Seminário e essa lei quer condenar os Seminários e as igrejas com reclusão de 3 a 5 anos. Essa pratica dos seminários não é por causa dos homossexuais e sim por causa da fé.

Para a jornalista, um “plebiscito não é instrumento para definir os rumos que um país deva dar”, concordo plenamente com isso, pois se no Brasil pudesse haver um plebiscito para definir se aceitaríamos ou não a pena de morte, não tenho dúvidas de que grande parte da população iria votar a favor, ainda bem que nossa Constituição não permite a pena de morte.

Ao falar sobre o aborto Fontes nem se quer verificou quais são os líderes religiosos que são contra ou a favor do aborto, pois citou Edir Macedo em seu artigo, todos sabem que este bispo defende o aborto menos a ela. Inclusive ela não sabe que decidir sobre um feto não é decidir sobre o corpo da mulher e sim sobre a vida de outro ser vivo, é melhor ela consultar Dr. Eusimar Coutinho ou pesquisar mais sobre aborto antes de falar bobagens.

Para finalizar, sou um leitor assíduo de tudo que escreve a Drª Malú Fontes, tanto no Jornal A Tarde, quanto no site da Metrópole FM e apesar de não concordar dessa vez com suas idéias continuarei lendo e recomendando a todos, pois não sou nenhum extremista religioso como se pensa dos evangélicos que votaram em Marina Silva ou dos evangélicos em geral.

Leandro de Assis, Escritor e poeta

Membro da Igreja Batista Comunidade da Praia