Visualizações de página
quarta-feira, 27 de janeiro de 2021
Essencialismo
sábado, 23 de janeiro de 2021
Impiechment não é o melhor caminho.
Em 2014/15/16 diversos amigos me disseram que um processo de impiechment seria ruim para o Brasil, que ia quebrar a confiança no país e que investidores deixariam o Brasil. Olhando para o passado vejo que vocês tinham razão, o impiechment foi um erro, mas culpo a própria presidente pelo processo que ela recebeu, foi ela e o PT que se aliaram com Cunha e Temer para vencer eleição a qualquer custo e a conta chegou.
Agora porém, vejo esses mesmos amigos querendo um processo de impiechment contra o atual presidente. Se um processo de impiechment após 30 anos do de Collor vocês disseram que seria ruim pro nosso país, agora vão me dizer que um processo apenas 5 anos depois do de Dilma será bom? Sabe o que eu acho, que ficar falando em impiechment arruína ainda mais o país que ainda não se recuperou do último processo.
O PIB do Brasil com Dilma em 2011/12/13 estava acima de 3% sendo que 2011 foi 7%. Com Temer e Bolsonaro sequer chegou a 2%. E toda essa merda começou em 2014 com a guerra de Cunha contra Dilma até o impiechment. Como vocês querem um novo impiechment se ainda nem nos recuperamos? Desde de 2014 que temos um PIB pífio, aumento do desemprego, aumento da informalidade, fome...
É melhor não desgastar nosso país com mais um processo e nos organizarmos para vencer as eleições no voto. Centro, Centro esquerda, Esquerda precisam sentar, conversar e já trabalhar um nome que possa vencer nas urnas o atual presidente. Precisamos é de bons candidatos (as) e não de novas Janaínas. Outra coisa, mesmo com queda de popularidade, o louco conta com mais 30% de popularidade, enquanto Dilma tinha 8%. Não vai rolar, esqueçam isso!
quinta-feira, 21 de janeiro de 2021
Resumo do Livro A Cidade Antiga
Fustel de Coulanges (1830-1889) é um dos mais importantes historiadores franceses. Lecionou na Faculdade de Letras de Estrasburgo e na Sorbonne, ocupando a cátedra de História Medieval, criada especialmente para ele. Em 1853 dirigiu algumas escavações em Chios e escreveu uma nota histórica sobre a ilha. Depois de seu retorno, ele desempenhou vários trabalhos educacionais, e adquiriu título acadêmico de doutor.
Até mesmo para entender a formação das cidades desses povos é necessária a compreensão das crenças religiosas, pois cada família tinha um culto especial do qual estranhos não era bem vindos, poderiam profanar o templo ou o culto, duas tribos também não podiam se fundir, as famílias só passaram a associar-se entre si, com a condição de que o culto de cada uma fosse respeitado. Porém essa associação só era possível se houvesse um deus em comum entre as famílias, pois, com certeza, é certo que foi o culto que constituiu o vínculo dessa nova associação. E, segundo Fustel “No dia em que se fez essa aliança, a cidade começou a existir”.
Adquira este livro através do meu link de Associados da Amazon e me ajude a continuar este trabalho de leitura e indicação de bons livros.
terça-feira, 18 de agosto de 2020
Mais do mesmo!
O governo Bolsonaro é um novo governo, voltado agora à reeleição, lembra dos gastos de Dilma em 2013 para se reeleger em 2014? Bolsonaro está chamando o PAC dele de Pro-Brasil, o objetivo é de agora em diante percorrer o país com obras federais, investimentos públicos e fazer campanha para reeleição. Pra isso, ele já ameaça furar o teto de gastos, os liberais já abandonaram o barco, Paulo Guedes ou vai sair ou terá que negar a si mesmo.
Isso é está tão claro quanto a luz do sol. A diferença entre esquerda e direita em relação a gestão no Brasil, se dá quando um está no governo e o outro na oposição, quando trocam de lugares são parecidos e o motivo disso é a reeleição, a receita para se reeleger é usar a máquina e aumentar os gastos públicos, mesmo que de forma irresponsável. O país se beneficia por um momento e paga a conta depois.
Bolsonaro disse que não queria ser reeleito, que ia fazer as reformas, mas só depende dele enviar a reforma administrativa pro congresso, está segurando, pois o objetivo mudou, as intenções mudaram, na verdade mudou para quem ele conseguiu enganar com esse papo de que não queria se reeleger. Todo governo é assim, manda pro congresso pautas difíceis no primeiro ano ou até meados do segundo e depois trava, com medo de perder votos para reeleição. Pra ele mandar ou não essa reforma do congresso vai depender das pesquisas eleitorais. Raramente um governo em campanha corta gastos, ele aumenta. Estou torcendo pela reforma administrativa, o Brasil precisa dessa reforma, vamos acompanhar cenas dos próximos capítulos.
Estamos na merda!
O novo governo Bolsonaro é o antigo governo Dilma, até mesmo na articulação da fala eles são semelhantes, ele não consegue expor as ideias sem se atrapalhar todo. A diferença é que ela sofreu o impiechment por não se dobrar ao Centrão, como Lula queria, e ele se rendeu ao Centrão para não sofrer impiechment.
Os liberais já abandonaram o governo, sobrou o Centrão, adicionado recentemente, os militares e os olavistas empregados no Ministério da Educação, uma espécie de cala boca.
Enfim, este governo está dizendo que o problema não era o caminho que governo Dilma percorria e sim o fato dela percorrer esse caminho sem eles. Sem Bolsonaro e sem o afago de Dilma aos deputados do Centrão, liderados por Eduardo Cunha.
Acabou a fantasia de mito, de anti-política, anti-sistema, voltamos ao velho sistema, ao jogo da velha política. E neste caso, cabe até elogios ao Bolsonaro, está sendo mais esperto que a Dilma, vai completar seu governo e pode até ser reeleito, mas fazendo o que condenou na campanha anterior, política.
A preocupação da esquerda agora é tentar dizer que o programa de transferência de renda é da esquerda, já que não poderá dizer que se reeleito Bolsonaro vai acabar com o Bolsa Família. Neste caso, se PSDB e DEM forem de esquerda e comunista como afirmam os militantes Bolsonaristas, então é de esquerda mesmo, já que as transferências de renda vem desde as bolsas e vales do governo FHC.
Não acho o povo estúpido, como afirmou um jornalista, é como disse o Lula certa vez, "o povo vota com o estômago". O povo vai votar em quem dá mais, Ciro ofereceu nome limpo e Bolsonaro ofereceu 13° do Bolsa Família. Haddad visitava Lula na prisão durante a campanha e Bolsonaro prometia convidar quem prendeu Lula para Ministro.
Agora Bolsonaro vai ampliar e rebatizar o Bolsa Família, o que a oposição fora do poder tem para oferecer? Estamos prestes a ver mais uma vez o Brasil dividido, só que dessa vez Norte e Nordeste poderá estar com Bolsonaro e Sul e Sudeste poderá estar contra. O que temos para fazer oposição ao Bolsonaro?
Estamos na merda!
segunda-feira, 10 de agosto de 2020
Desmontando Farsa Bolsonarista
Para desmontar a farsa, é preciso voltar até 8 de abril, quando o ministro Alexandre de Morais atendeu a um pedido através de ação da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB, que solicitava a proibição das interferências pessoais do presidente Jair Bolsonaro nas decisões dos governadores, prefeitos e do próprio Ministério de Saúde (que até então tinha um ministro da saúde que tentava seguir as recomendações da Organização Mundial de Saúde), que os militantes bolsonaristas vem propagando uma fakenews dizendo que o governo federal pois foi proibido de agir para combater a COVID-19 e por isso, não tem responsabilidade com as mortes.
É preciso também, voltar um pouquinho mais
e lembrar que o Congresso Nacional aprovou o pedido de reconhecimento de
calamidade pública, autorizando o governo federal a aumentar os gastos acima
dos limites das metas fiscais previstas na Lei de Responsabilidade Fiscal,
dando ao governo a possibilidade de garantir a saúde, o emprego e renda da
população.
Logo após este fato, a própria OAB solicitou
ao STF através de Petição, que o governo federal apresentasse as medidas que
haviam sido adotadas e também que promovesse benefícios emergenciais para
desempregados, trabalhadores autônomos e informais e que respeitasse as
decisões da área técnica do Ministério da Saúde do próprio governo, haja vista,
o presidente fazia lives e pronunciamentos afirmando “voltem a normalidade”,
enquanto OMS e o seu próprio Ministro da Saúde rezava pelo isolamento social. (Petição
da OAB https://static.poder360.com.br/2020/04/pedidodaoab_ADPF-672.pdf.pdf
No dia 08 de abril, quando o Ministro decidiu
sobre o tema, proibiu o presidente Bolsonaro de ‘interferir na área técnica
do Ministério da Saúde e interferir nas decisões dos governadores e prefeitos
que seguiam as recomendações desta área técnica do governo e também da
Organização Mundial da Saúde’. Porém em momento algum, o governo federal
foi impedido de atuar no combate ao coronavirus, foi proibido de interferir nas
decisões de sua área técnica e, deveria sim, continuar trabalhando para
garantir a saúde, o emprego e a renda da população.
Diante deste fato, o presidente
teria que respeitar as recomendações técnicas do seu Ministério da Saúde, então
buscou mudar essas recomendações demitindo o médico Henrique Mandetta da pasta no
dia 16 de abril e nomeando outro médico Nelson Teich em seu lugar. Porém, ao
analisar a situação da pandemia em nosso país, o novo ministro que na primeira
semana tentou conciliar as medidas com as vontades do presidente, teve que
também recomendar o isolamento social como medida de prevenção e combate a
pandemia.
Vejamos o que afirmava o Ministro Nelson Teich e seu assessor especial àquela
época:
“Temos uma diretriz pronta, um ponto de
partida, mas não dá para você começar uma liberação (social) quando você tem
uma curva em franca ascendência.” (Nelson Teich, Ex- Ministro da
Saúde, 30 de abril de 2020)
“Qual a
avaliação do ministério? Se nós estamos diante de uma doença onde não há,
ainda, um tratamento específico, onde não há prevenção, não há vacina, resta o
quê? O isolamento social” (Denizar Viana, secretário de Ciência,
Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde)
Denizar era
responsável pelos estudos sobre a eficácia da Cloroquina e logo após essa
declaração foi exonerado do cargo, o presidente recomendava o uso do
medicamento como tratamento específico e se continuasse a defender contrariando
a área técnica, iria desrespeitar a ordem do STF. A solução foi exonerar o
médico do cargo que ocupava, porém o ministro Teich, que era seu amigo, o
nomeou seu assessor especial desfazendo a injustiça.
Mas não
parou por aí, o presidente passou a forçar a saída do Ministro Teich, pois queria
fazer recomendações contrárias ao que o médico recomendava no Ministério, quais
eram:
Teich: Isolamento Social x Bolsonaro: Voltem a normalidade
Teich: Cloroquina somente último caso x Bolsonaro:
Queria mudança no protocolo
Teich: Manteve
lista de serviços essenciais x Bolsonaro: Queria reabrir academias, barbearias
e salões de beleza
Como
Bolsonaro não poderia contrariar a área técnica do governo para não ferir
decisão do STF, ele forçou o pedido de demissão do Ministro Nelson Teich e para
não ter mais problemas e correr o risco de ferir a decisão de área técnica, o
país está até o dia de hoje sem médico no comando do Ministério da Saúde, tendo
um general do exército como ministro interino e que teve como primeira medida
mudar o protocolo referente ao uso da cloroquina para ficar de acordo com o
gosto do presidente, assim ele conseguiu o que queria sem ferir a decisão do
STF.
Então, por
qual motivo os bolsonaristas propagam, agora com mais força, a fakenews
desinformando a população, ao afirmar que o governo federal está proibido de
atuar no combate ao coronavirus? Pelo simples fato de que, após seis meses de
pandemia, mesmo com a autorização para gastar acima dos limites da lei de
responsabilidade fiscal, o governo não investiu nem 30% dos recursos
disponíveis para o combate a COVID-19. Até o dia 3 de julho, o governo havia
investido 11,5 bilhões dos 39,3 bilhões que o próprio governo afirmou ter
liberado para o combate.
O próprio
ato de liberar recurso, já prova que o governo não está impedido de atuar no
combate a pandemia, como afirmam os militantes bolsonaristas, mas foi preciso
criar esta fantasia para justificar a não utilização dos recursos diante do assustador
crescimento do número de mortos pela doença. Então, para livrar o presidente da
responsabilização social, a fakenews propagada visa desviar o foco para governadores
e prefeitos que seguiram as recomendações dos médicos e ex-ministros da saúde
Teich e Mandetta e também da Organização Mundial da Saúde. Tentando assim, limpar
a imagem, não do único, mas o principal responsável pela desordem e caos no
país, o presidente Jair Messias Bolsonaro!
#saúde #bolsonaro #ministériodasaúde #pandemia #coronavirus #mortes #covid19 #oms
terça-feira, 26 de maio de 2020
Bolsonaro Futebol Clube e sua trupe
quinta-feira, 21 de maio de 2020
NÃO CONFUNDA CIDADANIA COM ISENÇÃO!
Não existe isenção, ninguém é isento ao fazer comentários políticos. Mas ultimamente tentam atribuir àqueles que não apoiam Bolsonaro, mas também não apoiam Lula uma isenção inesistente para poder criticar aquele que produziu o comentário. Como se aquela pessoa se escondesse atrás desta suposta isenção para criticar alguém sem ser criticado ou para esconder sua verdadeira posição que seria, segundo eles, a dos próprios Lula ou Bolsonaro.
terça-feira, 28 de abril de 2020
Eu digo sim para as emendas parlamentares!
SALVO PELA PANDEMIA
Veja crimes de responsabilidade que Bolsonaro pode ter cometido desde o início do mandato:
https://bit.ly/2KE3MN8
Trump, Bolsonaro e a estratégia da estupidez
sexta-feira, 24 de abril de 2020
A relação do brasileiro com a leitura
Ainda conforme a pesquisa, 43% dos brasileiros apresentou como razão pela ausência do hábito da leitura a falta de tempo. O Que é extremamente estranho, pois a empresa inglesa GlobalWebIndex, divulgou pesquisa que analisa o tempo diário médio que as pessoas em todo o mundo dedicam a aplicativos de mídia social e o Brasil está em segundo lugar, atrás apenas das Filipinas. Então, como assim 43% dos brasileiros não tem tempo para ler?
Para o historiador e escritor Leandro Karnal, “é preciso não ceder, ser forte e se organizar para empenhar mais energia naquilo que realmente é importante”. Uma frase atribuída ao famoso pregador britânico Charles Spurgeon diz: “Não deixe aquilo que é urgente tomar lugar daquilo que é importante em sua vida”. Segundo o estudo da agência We Are Social e a plataforma Hootsuite em 2017, 62% dos brasileiros utilizam as redes sociais, e 57% realizam o acesso através de seus celulares e um estudo da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), afirma que o uso de telefone celular já é o terceiro maior responsável por mortes no trânsito no Brasil.
O que essas pesquisam revelam é que o brasileiro passa o dia lendo através do celular, não somente lendo, mas também escrevendo. O brasileiro tem gostado tanto de ler que quem manda muitos áudios em grupos de whatsapp incomoda os outros membros do grupo. Mas como transformar este gosto e hábito pela comunicação através da escrita e leitura em hábito de leitura de livros? Este é o grande desafio de todos que estão empenhados com o incentivo à leitura, como professores, escritores, pais e também editoras e jornais.
Um dos problemas da falta de leitura do povo brasileiro é o não aprofundamento do conhecimento em diversos temas, que faz com que se acredite em qualquer fake news (notícia falsa) divulgada através das redes sociais. Problema causado também pelo analfabetismo funcional, segundo dados do Indicador do Alfabetismo Funcional (Inaf) 2018, 38 milhões de brasileiros são considerados analfabetos funcionais, ou seja, leem pequenas frases, mas não possuem habilidades para interpretar textos simples.
quinta-feira, 20 de junho de 2019
Noite Feliz
Com o vento batendo no rosto
Eu te puxei pra perto
Segurei tua cintura com gosto
Diante da escuridão do céu
Ouvindo as ondas do mar
Lugar lindo, melhor que motel
Foi feito pra gente se amar
E assim de um jeito especial
Eu pude te fazer sentir
Meu amor e o meu potencial
A minha forma de te fazer feliz.








