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segunda-feira, 21 de junho de 2021

Kindle 10º Geração com 80,00 de desconto, somente até amanhã

  

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Uma das maiores satisfações de baixar livros no Kindle é poder desfrutar de um bom e-book à noite sem precisar de uma luminária ou não ter problema com a leitura durante um dia muito ensolarado. Enquanto os modelos básicos mais antigos do Kindle não tinham iluminação embutida, a 10° geração trouxe essa novidade.

Para quem teme dor de cabeça ao ler no escuro, é bom saber que a luz embutida é confortável para a vista, diferente de tablets e computadores. Com quatro LEDs de tecnologia Ink Pearl, a iluminação é jogada de forma direta para o seu rosto, o que proporciona uma experiência mais agradável de leitura. Para leituras durante o dia, a tela é antirreflexo.

Praticidade na hora de baixar livros

A facilidade na hora de baixar os livros é bem satisfatória. Você pode enviar arquivos direto para o seu Kindle por meio do e-mail da sua conta (o que dispensa a necessidade de fazer isso por meio de cabo).

Além disso, se você quiser converter um PDF ao formato compatível ao dispositivo, basta escrever a palavra Convert na linha do assunto ao enviar o arquivo para o e-mail mencionado acima.

Para que você possa aproveitar ainda mais seu Kindle, a Amazon sempre disponibiliza ofertas de e-books no site. Se você tiver assinatura do Amazon Prime, terá livros grátis pelo  Prime Reading.

Bateria e armazenamento

Reprodução: AmazonReprodução: AmazonFonte:  Amazon 

Ao contrário de ler no tablet ou no celular, a bateria do e-reader dura por semanas e não apenas horas. A marca promete a duração da bateria por até 6 semanas, caso você leia por meia hora todos os dias. Isso acontece porque as atividades do dispositivo não exigem muito da bateria.

Com relação ao armazenamento, você não tem as limitações de uma biblioteca física. O modelo oferece 4GB, para você poder baixar livros à vontade sem se preocupar com o espaço. Mas se quiser liberar memória, o Kindle agora tem a função de deletar o arquivos no próprio aparelho.

Experiência de leitura

Como nos outros modelos do Kindle, o aparelho tem conexão WiFi, o que garante a você a sincronização entre o seu e-reader e o smartphone.  É possível consultar o dicionário, traduzir palavras e pesquisar trechos por meio de toques mais longos. Você também pode alterar o tamanho das letras, aumentar o contraste ou até mudar de fonte. Além disso, o Kindle tem suporte para diversos formatos de livros online e áudio do Audible, o que o torna um produto bastante versátil.

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segunda-feira, 10 de maio de 2021

7 livros para saber mais sobre a escravidão no Brasil

REBELIÃO ESCRAVA NO BRASIL
Autor: João José Reis
Para adquirir: https://amzn.to/3ezzLhq
Sinopse da editora:

Na noite de 24 para 25 de janeiro de 1835, em Salvador, enquanto os católicos comemoravam, na igreja do Bonfim, a festa de Nossa Senhora da Guia, negros africanos celebravam o Ramadã em suas senzalas. A celebração evoluiu para uma revolta, da qual não participaram exclusivamente muçulmanos, mas que foi por eles concebida e liderada. O levante envolveu cerca de seiscentas pessoas, o equivalente a 20 mil pessoas na Salvador de hoje. A revolta terminou com muitos feridos, centenas de presos, além de mais de setenta rebeldes e dez de seus adversários mortos. A maioria dos rebelados era de membros da nação nagô, em cuja língua, o iorubá, muçulmano é imale. Daí malês, o vocábulo iorubá aportuguesado. Os objetivos dos rebelados não foram totalmente esclarecidos: queriam o fim da escravidão dos africanos, mas não é certo que almejassem extinguir a escravidão como sistema de trabalho na sociedade brasileira. Há depoimentos que os acusam de terem planejado a escravização de mulatos e o massacre de brancos e negros nascidos na Europa e no Brasil. O autor discute a religião, os escritos, a dieta, o vestuário e as formas de organização dos malês. O livro analisa ainda o contexto histórico da rebelião: expõe as estruturas sociais e econômicas da época, a rebeldia dos homens livres, a série de revoltas escravas acontecidas na Bahia desde o início do século XIX e a natureza específica da escravidão urbana. Rebelião escrava no Brasil foi publicado originalmente em 1986 pela editora Brasiliense. 


ESCRAVIDÃO NO BRASIL
Autor: Jaime Pinsky
Para adquirir: https://amzn.to/2RcFrF4
Sinopse da editora:

Texto objetivo e ágil, engajado e muito bem documentado, trata das questões centrais da História da escravidão no Brasil. Com mais de 80 mil exemplares vendidos, o livro de Jaime Pinsky aborda temas como o tráfico, a vida cotidiana dos escravos no trabalho e na senzala, a vida sexual e a resistência oferecida pelos negros contra a opressão. O autor, não aceita, contudo, a ideia, defendida por certos historiadores, de que a escravidão permitia relações harmoniosas entre senhores e escravos: no livro, ele revela o caráter cruel da escravidão e sua influência perversa na formação de nossa sociedade.



ESCRAVIDÃO - VOL 1 DO PRIMEIRO LEILÃO DE CATIVOS EM PORTUGAL ATÉ A MORTE DE ZUMBI DOS PALMARES
Autor: Laurentino Gomes
Sinopse da editora:

Do autor dos best-sellers 18081822 e 1889

As raízes do Brasil com o corpo na América e a alma na África


Maior território escravista do hemisfério ocidental, o Brasil recebeu cerca de 5 milhões de cativos africanos, 40% do total de 12,5 milhões embarcados para a América ao longo de três séculos e meio. Como resultado, o país tem hoje a maior população negra do planeta, com exceção apenas da Nigéria. Foi também, entre os países do Novo Mundo, o que mais tempo resistiu a acabar com o tráfico de pessoas e o último a abolir o cativeiro, por meio da Lei Áurea de 1888 — quatro anos depois de Porto Rico e dois depois de Cuba.

Nenhum outro assunto é tão importante e tão definidor da nossa identidade nacional quanto a escravidão. Conhecê-lo ajuda a explicar o que fomos no passado, o que somos hoje e também o que seremos daqui para a frente. Em um texto impactante e rigorosamente documentado, Laurentino Gomes lança o primeiro volume de sua nova trilogia, resultado de 6 anos de pesquisas, que incluíram viagens por 12 países e 3 continentes.


GANHADORES: A GREVE NEGRA DE 1857 NA BAHIA
Autor: João José Reis
Sinopse da editora:

Um retrato original da Bahia no século XIX, num livro cheio de movimento e vozes, sobretudo da gente negra.

Em Ganhadores, o historiador João José Reis reconstitui a história dos negros de ganho, ou ganhadores, protagonistas de uma insólita greve que paralisou o transporte na capital baiana durante vários dias em 1857.
Esses trabalhadores escravizados, libertos ou livres, todos africanos ou seus descendentes, se organizavam em grupos de trabalho e percorriam a cidade de cima a baixo fazendo todo tipo de serviço, sobretudo o carrego de pessoas e objetos ou a venda de alimentos e outras mercadorias. Em 1857, porém, a Câmara Municipal baixou uma postura impondo-lhes medidas que combinavam arrocho fiscal e controle policial. Mas os ganhadores, que já viviam dia e noite sob a vigilância e a violência de autoridades, senhores e "cidadãos de bem", não se deixariam abater. O resultado foi a primeira mobilização grevista no Brasil a paralisar todo um setor vital da economia urbana.
Baseado em ampla investigação em documentos escritos, impressos e iconográficos, Ganhadores é um livro revelador e essencial para se compreender a intrincada rede de relações sociais, econômicas e culturais que estruturava a sociedade baiana do século XIX, ancorada na instituição da escravidão e caracterizada por um sistema de controle baseado numa economia de favores e domínio paternalista.
Se o episódio de resistência aqui narrado trata mais especificamente da Bahia do século XIX, ele tem muito a dizer sobre as relações e opressões sociais e raciais no Brasil de hoje.


O NEGRO NO BRASIL - UM HISTÓRICO DE DESVANTAGENS E A LUTA POR REPARAÇÃO
Autor: Leandro de Assis
Para adquirir: https://clubedeautores.com.br/livro/o-negro-no-brasil
Sinopse do autor:

Este livro traz à tona a recente discussão sobre quem tem direito as cotas nas universidades públicas e outros concursos públicos no Brasil, se apenas negros que apresentam o fenótipo ou se também autodeclarados. Para responder a tal questão foi necessário um passeio pela história da população negra do país elencando o tratamento desigual por parte do Estado e também da sociedade, começando pelo Brasil Colônia abordando as concessões de terras feitas pela Coroa Portuguesa aos primeiros colonizadores também conhecidos como Capitães Donatários e posteriormente o tratamento vantajoso da República com os imigrantes europeus em comparação ao tratamento dispensado à população afrodescendente recém-saída, pelo menos de forma oficial (Lei Aurea), da escravidão. Além do tratamento desigual no que tange a liberdade, ao trabalho e às concessões que foram feitas a população branca deste país, não poderia ficar de fora o sistema educacional brasileiro e a ausência de negros nas escolas oficiais que eram proibidas para os escravos, já que estes não eram considerados cidadãos brasileiros, portanto não tinha direito a educação.


SER ESCRAVO NO BRASIL: SÉCULOS XVI-XIX
Autora: Kátia M. de Queirós Mattoso
Para adquirir: https://amzn.to/3eABYcl
Sinopse da editora:


Publicada inicialmente na França em 1979, Ser escravo no Brasil teve quatro edições em português e uma em inglês antes de ter sua segunda edição em francês. Tornou-se, de fato, uma obra de referência indispensável para quem deseja compreender o Brasil e a escravidão na América. Colocando-se no ponto de vista do próprio africano, mostrando a evolução de suas adaptações no tempo e no espaço, a autora retira do anonimato cativos, escravos e libertados, apresenta todo um povo hábil e trabalhador que soube fazer do Brasil sua nova pátria, sem nunca esquecer-se de sua África sonhada e recriada.



A POLÍTICA DA ESCRAVIDÃO NO BRASIL IMPÉRIO
Sinopse da editora:

A política da escravidão no Império do Brasil apresenta uma detalhada investigação sobre as contradições da escravidão no Brasil do século XIX. O pesquisador Tâmis Parron estabeleceu como recorte o período de 1826-1865 para analisar contrassensos como a defesa da liberdade e o incremento da escravidão ou população livre com várias garantias constitucionais, que dependia dos cativos para exercê-las.“Durante o século XIX, toda defesa da escravidão e do tráfico negreiro se escorou no liberalismo, e essa triste, embora eficaz, fusão ajuda a esclarecer o fenômeno da dupla expansão da liberdade e do cativeiro, da riqueza e da miséria, num país que ansiava (e ainda anseia) por pertencer ao futuro da civilização e do progresso humano”, destaca o autor.As ações e os discursos que proprietários, negociantes e parlamentares sustentavam ganham um novo olhar. Através desta análise, o autor procura explicar a expansão da escravidão em meio a revoltas de cativos, disputas partidárias e a própria construção do Estado Nacional brasileiro.O antiescravismo internacional e a formação mundial da economia de mercado também são destacados neste estudo pioneiro de Parron. Enquanto, a partir de 1770, o sistema colonial dava lugar à economia mundial de livre mercado em toda a América fez com que a escravidão desaparecesse em diversos países, três regiões não experimentaram esta mudança: o sul dos Estados Unidos, Cuba e o Império do Brasil. O autor explora mais este paradoxo e explica como foi possível que a escravidão ganhasse força nestas três sociedades.

O Negro no Brasil - Um histórico de desvantagens e a luta por reparação


 Este livro traz à tona a recente discussão sobre quem tem direito as cotas nas universidades públicas e outros concursos públicos no Brasil, se apenas negros que apresentam o fenótipo ou se também autodeclarados. Para responder a tal questão foi necessário um passeio pela história da população negra do país elencando o tratamento desigual por parte do Estado e também da sociedade, começando pelo Brasil Colônia abordando as concessões de terras feitas pela Coroa Portuguesa aos primeiros colonizadores também conhecidos como Capitães Donatários e posteriormente o tratamento vantajoso da República com os imigrantes europeus em comparação ao tratamento dispensado à população afrodescendente recém-saída, pelo menos de forma oficial (Lei Aurea), da escravidão. Além do tratamento desigual no que tange a liberdade, ao trabalho e às concessões que foram feitas a população branca deste país, não poderia ficar de fora o sistema educacional brasileiro e a ausência de negros nas escolas oficiais que eram proibidas para os escravos, já que estes não eram considerados cidadãos brasileiros, portanto não tinha direito a educação.

Ele é vendido em dias versões:

Impressa: Através do site Clube de Autores
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E-book versão Kindle: Através da Amazon
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sábado, 8 de maio de 2021

7 livros sobre bandas ou artístas brasileiros consagrados

Engenheiros do Hawaii

Infinita Highway: Uma Carona com os Engenheiros do Hawaii

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Era pra ter durado uma noite só. Era pra ter sido somente uma banda de abertura. Era pra ter outro nome. Não era pra ser um trio. Eram várias variáveis. Graças a essa sucessão de fatos estranhos, quando não ter plano é o melhor plano, nasceu uma das maiores bandas do rock brasileiro: Engenheiros do Hawaii. Uma história cheia de lances improváveis que o jornalista Alexandre Luchese conta nesta biografia, depois de ter entrevistado mais de uma centena de pessoas ligadas à banda, inclusive Humberto Gessinger, Carlos Maltz e Augusto Licks, o trio responsável pela fase de maior sucesso, que acabou se desfazendo anos mais tarde em meio a brigas e processos judiciais. Embarque na infinita highway para ver como nada do que foi planejado para a viagem deu certo, mas, nesse caso, ter dado tudo errado não poderia ter sido o mais certo.



Contrapontos: uma biografia de Augusto Licks 

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OS MISTÉRIOS DE UM GUITARRISTA FINALMENTE REVELADOS No final do ano de 1993 uma das principais bandas brasileiras – Engenheiros do Hawaii – perdeu seu guitarrista, por motivos que nunca foram devidamente esclarecidos. Desde então, ele manteve silêncio sobre sua saída e afastou-se da mídia, recusando-se a dar entrevistas. Fãs usavam redes sociais para tentar descobrir “Por onde anda Augusto Licks?”. Voltaria à cena somente em 2008, com o workshop existencial Do Quarto Para o Mundo.
 Em 
Contrapontos, finalmente esclarecem-se fatos desconhecidos sobre esse músico que quase não falava em entrevistas nem fazia coreografias, apenas concentrava-se em produzir sons, muitos sons. Os jornalistas Fabricio Mazocco e Silvia Remaso garimparam a infância, a juventude, os tempos de jornalista, a vida nos Estados Unidos e, é claro, os bastidores do trio GLM, incluindo a construção das músicas, as dinâmicas de palco, as gravações, as muitas viagens, até o impacto da separação e suas consequências.

Legião Urbana

Renato Russo - O filho da revolução: Edição revista e ampliada

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A mais completa biografia do vocalista da Legião Urbana ganha nova edição A mais completa biografia do vocalista da Legião Urbana ganha edição revista, atualizada e ampliada pelo autor. Escrita a partir de mais de cem entrevistas e de pesquisas realizadas ao longo de nove anos, Renato Russo: o filho da revolução narra, de forma fluente e minuciosa, a transformação do adolescente Renato Manfredini Júnior no maior ídolo do rock brasileiro. A vivência intensa em Brasília sob a ditadura militar nos anos 1970 e 1980 é reconstituída em detalhes neste best-seller lançado em 2009, presença constante na lista dos mais vendidos de não ficção daquele ano. Manuscritos com os planos ambiciosos do iniciante Renato e os rascunhos de sucessos como Faroeste Caboclo, Tempo perdido e Eduardo & Mônica também são reproduzidos com exclusividade, bem como as letras vetadas pela Censura Federal. Além dos depoimentos de integrantes da Legião Urbana, do Capital Inicial, da Plebe Rude, d’Os Paralamas do Sucesso, dos Titãs e de outras bandas da era de ouro do rock nacional, a nova edição inclui capítulo inédito elaborado a partir de entrevistas com amigos e colegas, como Marisa Monte e outros músicos que trabalharam e conviveram com Renato Russo no período final de sua vida, encerrada prematuramente aos 36 anos, em 11 de outubro de 1996. Lembranças e histórias de Renato Russo, o ídolo que, por meio de versos líricos e incisivos, fez sua música atravessar gerações para fascinar – e emocionar – os fãs de todas as idades.

Barão Vermelho

Barão Vermelho: Por Que A Gente É Assim

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Praça Del Vecchio, Rio de Janeiro. Um...Dois...Três...Quatro! A contagem de Guto Goffi na bateria foi o sinal. Entraram os acordes do baixo de Dé, da guitarra de Frejat e dos teclados de Maurício Barros. Em seguida, veio a voz de Cazuza com Billy the Kid, que viria a ser o primeiro grande sucesso do Barão Vermelho na versão Billy Negão. O ano era 1981, e naquela tarde surgia uma das maiores bandas de rock do Brasil, formada por cinco garotos que mal se conheciam.Essa e outras histórias, contadas por pessoas que fizeram parte da trajetória da banda, estão no livro “Barão Vermelho – Por que a gente é assim”. O livro vem acompanhado de um CD com gravações inéditas, com letras originais do início da carreira. O encarte é escrito por Frejat. Além de Guto Goffi, assina o livro o produtor Ezequiel Neves, um dos grandes personagens do rock brasileiro, que desde o início é amigo e apoiador dos rapazes do Barão. O terceiro autor, o jornalista Rodrigo Pinto – editor de cultura do Globo Online – foi o responsável pela ampla pesquisa que dá sustentação à obra e pela redação final. E o resultado, claro, não podia ser diferente: o livro é a imagem da banda. Ágil, divertido, contestador – com a cara da juventude que provocou um terremoto naquele país “careta” do final da ditadura militar. O leitor vai ter contato com o dia-a-dia dos barões sem retoques: as festas, os envolvimentos amorosos de Cazuza, o consumo de drogas que renderam uma prisão numa turnê em São Paulo.Os sucessos musicais vieram em cascata, com um empurrãozinho de Caetano Veloso, que reconheceu o talento do grupo e cantou Todo o amor que houver nessa vida para uma platéia maravilhada no Canecão. Mas não foi só Caetano a se entusiasmar.

Nenhum de Nós

Nenhum de nós: A obra inteira de uma vida

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Acho que era outubro de 86. Ali começava uma história que continua até hoje. E só parece melhorar. Uma história sobre três garotos sem os braços tatuados, nerds e amigos de colégio, que amavam música, sonhavam em formar uma banda de rock e subiam em um palco juntos pela primeira vez. Um líder nato de voz potente, um gordinho simpático e um magrão que lembrava personagem de novela. Os três tinham muito em comum: nenhum de nós enxerga bem; nenhum de nós serviu no quartel; nenhum de nós repetiu na escola. Logo o trio virou o clube dos cinco, superou algumas dificuldades, atravessou o escuro deserto do céu, e hoje, comemorando 30 anos, soma mais de 2 mil shows e fãs por todo o Brasil. O jornalista Marcelo Ferla conta aqui A obra inteira de uma vida, a história do Nenhum de Nós, de três amigos de escola, que conseguiram levar bem longe o sonho de tocar em uma banda de rock.


Chorão - Charlie Brown

Se não eu, quem vai fazer você feliz?: Minha história de amor com Chorão 

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Em seu emocionante livro de memórias, a viúva de Chorão narra a história de amor dos dois.

Um dos maiores ícones do rock nacional, Alexandre Magno Abrão, o Chorão, conquistou o Brasil sobretudo pela sua entrega na hora de compor e cantar. Essa mesma intensidade marcou a história de amor ímpar vivida com Graziela Gonçalves, que conta neste livro como o relacionamento de quase vinte anos dos dois a transformou para sempre.


Ela conheceu o cantor antes de sua banda estourar e se tornar uma das mais populares do país. Com suas ideias e seu apoio, Grazi teve participação importante na construção do sucesso do Charlie Brown Jr. Foi a grande musa de Chorão, que escreveu inúmeras letras inspirado nela. Como companheira de Alexandre, passou com ele os melhores e os piores momentos, e o ajudou a enfrentar a dependência química, que o levou, tragicamente, à morte em 2013.

Se não eu, quem vai fazer você feliz? não vai tocar apenas os fãs de Chorão. Mesmo sem conhecer sua música, é impossível não se emocionar com a força desse amor que sobreviveu à fama, às crises e até à morte ― e que é homenageado neste livro.


Tim Maia

Vale Tudo: O som e a fúria de Tim Maia

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"Mais grave! Mais agudo! Mais eco! Mais retorno! Mais tudo!". O grito de guerra ainda ecoa nas festas, vivo nas canções de Tim Maia. Transgressor, amoroso e debochado, o cantor que gostava de se definir como "preto, gordo e cafajeste" se consagrou como um dos artistas mais queridos e respeitados da música brasileira, rei do "samba-soul".

No ano em que se completam dez anos de sua morte, a história de Tim Maia é resgatada em "Vale Tudo – O som e a fúria de Tim Maia", por um de seus amigos mais próximos, o jornalista, compositor e produtor musical Nelson Motta.

A biografia é uma viagem pela vida do cantor, a começar pela infância e juventude, no bairro carioca da Tijuca. É o próprio Tim quem dá o tom bem-humorado da narrativa: "No dia 28 de setembro de 1942, na rua Afonso Pena 24, minha mãe, Maria Imaculada, concebeu o gordinho mais simpático da Tiju-ca. E recebi o nome de Sebastião Rodrigues Maia".

Nelson conta que a amizade com Tim começou em 1969, quando pro-duziu para o disco de Elis Regina o dueto que apresentou ao mundo o vozeirão do cantor. Por isso, é testemunha de histórias incríveis, como as aventuras vivi-das nos Estados Unidos. A viagem não terminou bem: Tim voltou ao Brasil deportado, acusado de roubar um carro e de portar substâncias ilegais.

Como produtor musical e amigo, Nelson acompanhou essa jornada até os últimos dias da vida do cantor. No livro, ele narra um último encontro em Nova York, poucos meses antes da morte de Tim, em 1997.

Elis Regina

Elis: Uma biografia musical

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Pesquisado e escrito ao longo de três décadas, este livro ilumina o gênio da maior cantora brasileira de todos os tempos. Músico, jornalista, "elisófilo" como poucos, Arthur de Faria é o maestro ideal para o desafio de dimensionar a importância de Elis Regina numa era inigualável da nossa história musical.
Arthur dá voz a instrumentistas, produtores e arranjadores. No tom de uma conversa bem-humorada com o leitor, concede o devido espaço aos anos de formação da guria perfeccionista em Porto Alegre antes de narrar a explosão nacional da primeira artista que se mostrou perfeita para brilhar na TV. Esmiúça os meandros da indústria fonográfica. Desfaz mitos da trajetória da cantora. Relata, por um prisma original, episódios saborosos ou dramáticos de suas parcerias e brigas com inúmeros "monstros sagrados". Fala de sua vida pessoal sem cair no sensacionalismo.

Sobressai aqui a Elis Regina que tinha ouvido de músico – a grande instrumentista que não tocava nenhum instrumento. Seu faro para lançar compositores. O assombro de quem dividiu o palco com ela em qualquer época. Uma vida inteira dedicada à valorização e à proteção dos músicos.
Mais de 30 anos depois de nos deixar, Elis canta melhor a cada dia que passa. E Arthur de Faria, com seu ouvido apurado, compartilha conosco sua interpretação de tudo que ela nos legou, da mais obscura canção ao espetáculo mais deslumbrante. Ensolarada e sorridente como ela, plena de musicalidade, esta biografia nos ajuda a entender por que Elis vive.

terça-feira, 27 de abril de 2021

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A promoção está de volta, o preço do Kindle baixou. 

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POLÍTICA NACIONAL ALDIR BLANC

POLÍTICA NACIONAL ALDIR BLANC

_PL 1518/2021: Uma Lei de fomento direto e permanente ao setor cultural_ 

 A deputada federal Jandira Feghali apresentou nesta quinta-feira (22/04) o Projeto de Lei 1518/2021, que propõe criar a *Política Nacional Aldir Blanc de fomento ao setor cultural*. A proposta tem como co-autores iniciais os deputados Renildo Calheiros e Alice Portugal, presidenta da Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados. Até o momento, parlamentares de diversos partidos como PDT, PT, PSOL, PSDB e PSB já se apresentaram também como co-autores do PL. 

O objetivo é criar uma política nacional permanente de fomento ao setor cultural brasileiro, com os recursos executados pelo governo federal em articulação com os Estados, os Municípios e o Distrito Federal.

 A Lei Aldir Blanc foi uma grande vitória em meio à pandemia, que garantiu o auxílio emergencial aos fazedores de cultura, subsídios de manutenção de espaços culturais e programas de fomento ao setor. Mas os impactos sociais e econômicos da pandemia - que não tem data para acabar- serão de longo alcance e por isso é necessário investimento público continuado na cultura, de forma direta e descentralizada. 

Neste sentido, a *LAB 2: Política Nacional Aldir Blanc* segue os principais parâmetros da Lei 14.017/2020, prevê o estímulo a iniciativas e projetos culturais, garantindo financiamento para ações que visem o pleno exercício dos direitos culturais aos cidadãos brasileiros, dispondo dos meios e insumos necessários para produzir, registrar, gerir e difundir iniciativas culturais. 

O projeto propõe que a União entregue aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, a cada ano, em parcela única, o valor correspondente a R$ 3 bilhões de reais no primeiro exercício após a sanção desta lei e ao valor aplicado no ano anterior acrescido da variação nominal do Produto Interno Bruto – PIB, a partir do segundo exercício da lei.

A Política Nacional Aldir Blanc terá como beneficiários entidades e pessoas físicas e jurídicas que atuem na produção, difusão, promoção e preservação e aquisição de bens, produtos ou serviços artísticos e culturais, incluindo o patrimônio cultural material e imaterial. 

O setor cultural brasileiro demonstrou grande capacidade de articulação e incidência politica ao conquistar a aprovação da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc em 2020. Chegou a hora de transformar essa conquista em um direito! 

>> *Compartilhe:*                            
https://cutt.ly/Yv5rvNS

Pela aprovação do PL 1518/2021 - Política Nacional Aldir Blanc! Em defesa da cultura brasileira! 

>> *Acesse o Projeto de Lei 1518/2021:* https://cutt.ly/Wv777BI


#AprovaPL1518 
#PoliticaNacionalAldirBlanc

Saudações Culturais! 

*Articulação Nacional de Emergência Cultural*
*Escola de Políticas Culturais*

*Instagram*: https://cutt.ly/HhsylEk

*Facebook*: https://cutt.ly/mf7qYJO

*Youtube*:https://cutt.ly/vyDOib5

*Spotify*: https://cutt.ly/wy0iWKO

Fonte: @leiemergenciacultural
Instagram

domingo, 25 de abril de 2021

Dez Argumentos Para Você Deletar Agora Suas Redes Sociais

Já ouviu falar em BUMMER? Não? E em “Behaviors of User Modified, and Made into an Empire for Rent” que traduzido significa “Comportamentos de Usuários Modificados e Transformados em um Império para Alugar”, segundo Jaron Lanier, em seu livro “Dez Argumentos Para Você Deletar Agora Suas Redes Sociais” a BUMMER tem tirado sua liberdade de pensar e agir transformando você num tremendo idiota que faz o que ela quer. Lanier é  um dos pioneiros da internet e considerado por muitos o pai da realidade virtual.
Segundo o livro, a forma como os algoritmos são utilizados faz com que as pessoas estejam mais isoladas e infelizes. Para o autor, a mentira tem mais valor nas redes sociais do que a verdade, por isso teorias de conspiração ganham tanto espaço ou idéias de terra plana. Além disso, nossa capacidade de empatia está sendo bombardeada, pois o algoritmo cada vez nos coloca dentro de uma bolha de relacionamento e de notícias, buscando nos entregar somente aquilo que está de acordo com o que gostamos ou concordamos. 
Você já teve a impressão que perdeu tempo tentando dialogar com alguém para que ambos pudessem crescer conhecendo o ponto de vista do outro e no meio do debate percebeu que quem debatia contigo na verdade só queria “marcar uns pontos” diante do seu próprio público, como se isso fosse uma disputa para ver quem era o melhor ou quem venceu a batalha? Pois bem, é mais um efeito da BUMMER, a “idiotização” dos debates. O MBL (Movimento Brasil Livre) por exemplo, cresceu fazendo isso, mais recentemente advogado Caio Copolla surgiu gravando vídeos no youtube e atualmente faz debates na TV em que na verdade não responde ao convidado para debater com ele e sim para sua bolha nas redes sociais. 
É comum ver vídeos do “Grande Debate” circulando no Facebook somente com os argumentos do Copolla. Para a BUMMER pouco importa a verdade o que vale mesmo é a lacrar ou mitar, tanto faz, termos diferentes para o mesmo comportamento. Voltando ao foco dos algoritmos, o que Lanier afirma é que nós estamos sendo manipulados, estão modificando o modo como pensamos, agimos e tomamos decisões. Desta forma, os grandes conglomerados da tecnologia lucram as nossas custas. 
- “Olá, sou da gravadora XY, quero estourar essa música.
- Custa $$$, posso colocar milhões de pessoas do Brasil e das Filipinas para dançar sua ao som de música e em uma semana será o maior sucesso. 
- Feito!
E de repente lá está você gravando vídeo com seus amigos dançando a tal música e o dono da rede social ainda oferece anúncios de outras empresas no meio do seu vídeo. 

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quinta-feira, 22 de abril de 2021

Dia Internacional do Livro

No dia 23 de abril é comemorado o Dia Internacional do Livro, mas temos o que comemorar? A Receita Federal tem defendido a taxação dos livros e utilizado como argumentação a falácia de que os pobres não consomem livros e que este seria um produto da elite. A Câmara Brasileira do Livro já se manifestou contrária a taxação, assim como o Sindicato Nacional dos Editores de Livros. O livro é isento de impostos desde a Constituição de 1946. Em 2004, no Governo Lula, o livro foi desonerado também do Pis/Cofins. O governo Bolsonaro, através da proposta de reforma tributária enviada ao Congresso pelo ministro Paulo Guedes, deseja implantar a Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços em substituição ao PIS/Cofins, com isso, os livros passarão a ser taxados em 12%.

     A pesquisa Retratos da Leitura, realizada pelo Instituto Pró-Livro e pelo Itaú Cultural apontou que 27 milhões dos brasileiros identificados como classe C são consumidores de livros. Entre as pessoas com renda familiar de menos de um salário mínimo 46% são leitoras e entre os que recebem até dois salários mínimos 51% são leitores. Para a pesquisa, são considerados leitoras, as pessoas que leram inteiro ou em partes, ao menos um livro nos últimos três meses. Taxar livros é o mesmo que aprofundar as desigualdades existentes no país tirando da população mais pobre a oportunidade de adquirir livros e ter acesso ao conhecimento.

    A Pesquisa apontou uma queda na leitura no Brasil nos últimos quatro anos, mas essa queda foi mais acentuada na classe mais rica da população brasileira e entre pessoas com nível superior e não entre os mais pobres. O ataque aos livros pelo governo Jair Bolsonaro é mais uma prova de que seu governo é contra a instrução, a ciência, a pesquisa e o conhecimento. Para completar, o governo fez cortes nos campos da Saúde, Educação e Ciência, Tecnologia e Inovação ao tempo em que aumentou o orçamento do Exército em 16,16%, estamos em guerra? Nós não, mas o governo sim, contra os livros!


domingo, 18 de abril de 2021

Iluminação para cantinho de leitura

Um ambiente de leitura precisa ter iluminação adequada, portanto se tiver espaço próximo a uma janela é melhor, porém a não tiver, utilize uma luminária ou um abajur.

A falta de iluminação adequada pode gerar desconfortos. Os sinais mais comuns são: fadiga ocular, visão embaçada, dificuldade de foco para perto ou para longe, sensação de peso nos olhos, dores de cabeça, ardência e lacrimejamento.

Segundo a Dra Ana Paula Canto, o ideal é evitar lâmpadas quentes ou muito brilhantes, a luz também não deve incidir diretamente sobre os olhos nem fazer sombra as áreas de leitura.

Gostou das dicas? Você acabou de ler um trecho do livro "O Poder Transformador da Leitura - hábitos e estratégias para ler mais".

Essa luminária (anel de luz) que estou usando tem regulagem de iluminação, posso diminuir ou aumentar a intensidade, utilizo tanto para leitura quanto para fazer vídeos ou lives, vem com prendedor para o celular, é muito bacana. Vale a pena o investimento, comprei pela Amazon, segue o link

https://amzn.to/3x5tdOQ

E este é o link do meu livro "O Poder Transformador da Leitura - hábitos e estratégias para ler mais"

https://amzn.to/3dq9X6N

Como a maioria dos seguidores e amig@s já sabem, é a versão e-book. Tenho um contrato com a Editora Viseu, ela tem um prazo de até 90 dias para apresentar o projeto editorial da versão impressa. Após minha aprovação, tem mais 30 dias para impressão do livro. Estamos todos no aguardo e ansiosos 😍🙏🏾

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terça-feira, 13 de abril de 2021

O Negro no Brasil - Um histórico de desvantagens e a luta por reparação

 
O livro "O Negro no Brasil - Um histórico de desvantagens e a luta por reparação" nasceu em 2015, precisava escrever um artigo para o Trabalho de Conclusão de Curso para a pós graduação em Metodologia do Ensino de História e Geografia, entre as temáticas aceitas pela universidade estava a situação do negro no Brasil.

Até então, devo admitir que era um tema que eu corria, foram tantas discussões acaloradas na graduação de história, tantos livros indicados, textos, apresentações de trabalhos sobre o tema que achei que não conseguiria falar algo diferente. Porém em 2015, algo me incomodava, as bancas avaliadoras de fenótipo, um absurdo do ponto de vista histórico do que representa as cotas no Brasil.

Decidi mergulhar na pesquisa para o artigo de TCC sobre este tema e acabei construindo muito mais que um artigo. Tinha tanto material que não cabia nas 15 páginas. Esqueci o TCC e fui em frente, apaixonado pela pesquisa e construindo os argumentos e contestações através de leis que já estiveram em vigor no país, jornais antigos, processos históricos de exclusão do negro da educação, da cidadania e das oportunidades de emprego e renda.

Antes de todo o estouro recente de livros sobre racismo estrutural no Brasil, eu fiz esse debate em meus argumentos. Depois do trabalho pronto, porém em desacordo com o que o curso pedia, tive o trabalho mais difícil, cotar meio mundo de páginas, para caber na limitação de laudas do artigo. Fiz isso numa tristeza profunda, mas guardei o original completo. Aqui está ele, publicado em e-book na Amazon neste ano.

Faria essa publicação no segundo semestre, para não atrapalhar o marketing do meu novo livro "O Poder Transformador da Leitura", mas acabei publicando ele na Amazon e apenas informando no Instagram e alguns grupos de leitura da existência do livro. Ontem fui olhar como está a saída dele na Amazon e tive a grata surpresa que nesta semana saíram 40 unidades, provavelmente isso se deve ao fato das bancas examinadoras de fenótipo estarem processando e excluindo de estudantes e funcionários públicos em todo o país.

domingo, 11 de abril de 2021

Quanto vale a tua paz?

 

Já perdeu horas discutindo até conseguir provar para alguém que você estava cert@ e ao final, mesmo apresentando bons argumentos, a outra, ou as outras pessoas continuaram com a mesma ideia ou posição e você sentiu que perdeu seu tempo e até mesmo sua paz?

Já aceitou um trabalho, um projeto, um bico ou uma posição que lhe daria mais dinheiro, porém traria junto uma carga de estresse tão alta que lhe tiraria a paz? Depois disso ficou dias se perguntando o motivo por ter aceitado essa condição percebendo que o dinheiro não é tudo na vida?

Quanto vale a tua paz? Ela tem preço? Constantemente tenho refletido sobre o valor que tem a paz na minha vida e isso tem me ajudado a tomar decisões melhores, as vezes essa decisão é simplesmente me calar e deixar o tempo passar, outras vezes é não aceitar um projeto que me daria mais dinheiro, porém demandaria menos tempo com a família e os amigos.

A sensação é maravilhosa, sinto a respiração mais leve, fico feliz e satisfeito comigo mesmo e busco não esquecer desta sensação quando surge novamente uma oportunidade dialética ou uma proposta para aderir a um projeto. Parece fácil, mas para muitas pessoas é extremamente difícil dizer não para si mesmo e também para os outros, e neste caso, a paz está vinculada a nossa capacidade de dizer não.

Pra trabalhar mais essa capacidade eu indico o livro "Essencialismo" de Greg McKeown. Outro livro que também vale a pena a leitura é "Sobre a Brevidade da Vida - Sêneca". Ambos eu já indiquei aqui no feed e amigos que leram mandaram excelentes feedbacks, experimente. Primeiro eu te perguntei quanto vale a tua paz e agora te convido a investir nela, lendo bons livros que te ajudará a tomar as melhores decisões.

Responde aí nos comentários, a tua paz tem preço?

sexta-feira, 2 de abril de 2021

Presta atenção p#rr#!

Presta atenção p
#r#&#!

Este exercício proposto no livro 
@opodertransformadordaleitura lhe fará observar momentos em que você se comportou como os outros e não percebeu. Afinal de contas, nos dias atuais, todos nós já fizemos algo como o descrito de forma inconsciente.

O livro aborda o nosso comportamento e nos faz repensar atitudes para que possamos de forma consciente deixar hábitos ruins substituindo-os por bons hábitos, sendo a leitura uma indicação do autor.

Segundo um estudo publicado no The European Jornal of Social Psychology e apresentado pela revista Time, uma pessoa leva em média 66 dias para deixar um hábito e apresenta 5 maneiras comprovadas pela ciência de como fazer isso. Uma dessas maneiras é a substituição, trocar um hábito por outro. Então o autor lhe convida a substituir parte do tempo usado no smartphone pela leitura de um livro e lhe convida também a experimentar formas de leitura.

Sim, o autor sou eu!
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